- O cessar-fogo em Gaza, em vigor desde outubro de 2025, segue cercado de acusações entre Israel e o Hamas sobre violações do acordo.
- Médicos Sem Fronteiras afirma que o governo de Israel usa o acesso à água como arma contra os palestinos, segundo relatório com dados de 2024 e 2025.
- O documento acusa privação de água para moradores da Faixa de Gaza como parte de uma punição coletiva.
- A guerra na região teria danificado cerca de noventa por cento das infraestruturas de saneamento e água.
- Em entrevista, o pesquisador Vitelio Brustolin disse que milhões sofrem com o conflito e destacou que o Hamas não baixou as armas, além de questionar impactos sobre a água.
Apesar do cessar-fogo em Gaza, Israel e Hamas mantêm acusações sobre violações da trégua. Médicos Sem Fronteiras afirma que o acesso à água tem sido usado como arma contra os palestinos, segundo relatório com dados de 2024 e 2025.
O documento aponta que autoridades israelenses teriam restringido o uso da água como forma de punição coletiva aos moradores de Gaza, em meio ao conflito na região.
A guerra quase dizimou a infraestrutura de saneamento e água na Faixa de Gaza, com preservação de cerca de 10% de sua capacidade original conforme o estudo citado.
Em entrevista à Conexão Record News, o pesquisador Vitelio Brustolin destacou que milhões vivem na Faixa de Gaza e que a situação é agravada pela persistência do conflito. Ele afirmou que o Hamas não tem baixado as armas durante o cessar-fogo e que cortar o abastecimento de água impacta a população civis.
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