- Os corpos da brasileira Manal Jaafar e do libanês Ghassan Nader ainda não foram encontrados após o ataque de Israel no Líbano no último domingo, conforme informou o irmão Bilal Nader à TV Globo.
- A família não morava mais na casa, mas voltou para retirar pertences durante o cessar-fogo; uma bomba atingiu a residência, matando os dois adultos e ferindo o filho mais velho, que sobreviveu.
- Ali Ghassan Nader, 11 anos, já foi enterrado; o pai e a mãe estavam dentro da casa no momento do bombardeio, e a casa de três andares ficou destruída.
- O ataque ocorreu durante o cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah; ao menos 14 pessoas morreram e 37 ficaram feridas no fim de semana.
- O Itamaraty informou que o ataque é mais uma violação ao cessar-fogo e reiterou repúdio aos ataques durante a vigência do acordo, além de oferecer assistência consular à família, incluindo ao filho hospitalizado.
Dois brasileiros ficam sem localizar após ataque de Israel no Líbano. Manal Jaafar e Ghassan Nader, pais do menino Ali Ghassan Nader, ainda não tiveram os corpos encontrados. O ataque ocorreu no domingo, durante uma tentativa de retirada de pertences da casa onde viviam.
Segundo o irmão de Ghassan Nader, Bilal, a família não morava mais na residência bombardeada, mas retornou para pegar pertences durante uma trégua. Ainda no local, a bomba atingiu a região, matando os dois adultos.
Ali Nader, de 11 anos, já foi enterrado. O filho mais velho, que estava na casa, sobreviveu e está em recuperação. Os sobrinhos estavam do lado de fora no momento do ataque, segundo o tio.
Contexto: ataque israelense ao sul do Líbano ocorreu em meio a um cessar-fogo com o Hezbollah. O governo brasileiro afirmou que houve violação ao acordo, com dezenas de civis mortos e feridos no fim de semana.
O Itamaraty informou condolências aos familiares e reiterou a condenação a ataques durante a vigência do cessar-fogo. O governo também pediu a retirada imediata de tropas israelenses do território libanês.
A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família para prestar assistência consular, incluindo suporte ao filho hospitalizado. O Brasil reiterou a necessidade de proteção a civis e respeito ao cessar-fogo.
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