- O rei Charles III discursou ao Congresso dos EUA em 28 de abril de 2026, durante visita que celebra o 250º aniversário da independência norte‑americana.
- Afirmou que os laços entre Estados Unidos e Reino Unido são inquebráveis e insubstituíveis, mesmo reconhecendo desacordos entre as nações.
- Relembrou a origem da parceria a partir de disputas históricas e ressaltou que ambos os países compartilham tradições democráticas, jurídicas e sociais.
- Citou a Otan e o apoio após o 11 de setembro, destacando a cooperação em defesa e segurança, em meio a tensões sobre a condução da guerra no Irã.
- Defendeu a utilização da aliança para buscar paz na Ucrânia e mencionou a defesa ambiental diante do derretimento das calotas polares, encerrando com a ideia de uma história de reconciliação e parceria.
O rei Charles III discursou ao Congresso dos Estados Unidos na terça-feira, 28 de abril de 2026, em Washington, em celebração ao 250º aniversário da independência norte-americana. O monarca reforçou a aliança entre Reino Unido e EUA, reconhecendo desacordos, mas mantendo que os laços são inquebráveis e insubstituíveis.
A fala ocorreu em meio a tensões entre os dois países, principalmente por divergências sobre a condução da guerra no Irã. Charles ressaltou a parceria histórica entre as nações, destacando que o relacionamento foi moldado por tradições democráticas, jurídicas e sociais compartilhadas ao longo de décadas.
O monarca lembrou episódios que deram forma à cooperação, como a resposta conjunta a ataques de 11 de setembro e o papel da OTAN na defesa mútua. Também mencionou o compromisso de manter uma atuação firme diante de desafios globais, incluindo a assistência à Ucrânia e questões ambientais no Ártico.
Ao lado da rainha consorte Camila, Charles enfatizou uma visão de continuidade e renovação na relação bilateral. O discurso ocorreu em meio a críticas de alguns setores norte-americanos sobre a atuação de aliados na região do Oriente Médio.
Contexto diplomático e desdobramentos
- Charles destacou a historicidade da aliança, citando experiências compartilhadas em guerras e crises recentes.
- A participação de autoridades dos EUA, incluindo o ex-presidente Donald Trump, ocorreu em um cenário de diplomacia articulada para fortalecer vínculos.
- Analistas observam que o pronunciamento busca sinalizar estabilidade diante de divergências estratégicas entre os governos.
A visita reforça o alinhamento entre Reino Unido e Estados Unidos, preservando uma parceria estreita em defesa, segurança e cooperação econômica, mesmo diante de diferenças políticas recentes.
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