- O rei Charles III e a rainha Camila iniciaram uma viagem de Estado aos Estados Unidos e foram recebidos na Casa Branca com honras militares.
- A agenda prevê reunião bilateral, discurso de Charles ao Congresso e jantar de gala na Casa Branca.
- Após Washington, o casal segue para Nova York para visitar o memorial do 11 de setembro e encerra a visita na Virgínia, no Parque Nacional local.
- A visita ocorre em momento estratégico para as relações entre Reino Unido e Estados Unidos, visando amenizar tensões sobre apoio britânico aos ataques ao Irã.
- A viagem acontece durante as comemorações dos duzentos e cinquenta anos de independência dos EUA, mantendo o cronograma mesmo após a tentativa de assassinato de Donald Trump.
O rei Charles III e a rainha Camila iniciaram hoje uma visita de Estado aos Estados Unidos, recebidos com honras militares pela administração de Donald Trump na Casa Branca. A cerimônia contou com tropas, tiros de canhão e revista às tropas, em cerimônia de protocolo tradicional. A apuração é de Diego Pavão, correspondente da CNN.
Os monarcas participaram de cumprimentos formais com secretários de gabinete e autoridades americanas, incluindo o vice-presidente jovem J.D. Vance. Trump acompanhou as saudações, reforçando o tom institucional da recepção.
Agenda em Washington
A dupla terá uma reunião bilateral com autoridades dos dois países, seguida de um discurso de Charles III ao Congresso. O monarca deverá tornar-se o segundo britânico a discursar às duas casas, após a rainha Elizabeth II em 1991. Um jantar de gala na Casa Branca encerra as atividades na capital.
Depois de Washington, o roteiro prevê passagem por Nova York para visita ao memorial do 11 de setembro, e, ao fim da viagem, uma estada na Virgínia, com visita a um parque nacional local.
Contexto internacional
A viagem ocorre em momento estratégico para as relações Anglo-Americanas, que enfrentam tensões em função de apoio britânico aos ataques dos EUA contra o Irã. A visita é vista como possibilidade de atenuar atritos e reforçar laços históricos entre os países.
A visita, marcada para coincidir com as celebrações dos 250 anos de independência dos EUA, reforça o papel simbólico do Reino Unido como aliado próximo dos Estados Unidos em contexto internacional.
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