- Em 28 de abril, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o rei Charles III na Casa Branca e disse que os EUA “não têm amigos mais próximos que os britânicos”, com salva de 21 tiros.
- Trump mencionou a expressão “relação especial” de Churchill e afirmou que espera manter esse vínculo entre os dois países.
- O presidente elogiou o Exército britânico por ter lutado ao lado dos EUA, mesmo tendo insinuado críticas aos porta-aviões britânicos recentemente.
- Charles III deverá ir ao Congresso dos Estados Unidos durante a visita para defender a reconciliação e a renovação das relações bilaterais.
- O encontro incluiu cumprimentos a autoridades, desfile de tropas e detalhes sobre o salão de baile de 400 milhões de dólares em construção na Casa Branca.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o rei Charles III na Casa Branca nesta terça-feira, 28 de abril, em uma cerimônia de boas-vindas com salva de 21 tiros. A visita de Estado ocorre em meio a tensões bilaterais ligadas ao conflito no Oriente Médio.
Trump afirmou que os Estados Unidos não têm amigos mais próximos do que os britânicos, citando o 250º aniversário da independência americana. A declaração reforçou a narrativa de uma relação sólida entre os dois países, apesar das divergências recentes.
O presidente elogiou o Exército britânico, destacando a cooperação com as forças dos EUA. Em contrapartida, chegou a zombar de portadores de armamento britânicos em tom crítico recente, que não estava diretamente ligado à cerimônia.
Agenda
Charles III deverá seguir para o Congresso dos Estados Unidos, onde fará um discurso com foco em reconciliação e renovação das relações bilaterais. O monarca de 77 anos deve dirigir aos congressistas uma mensagem sobre valores democráticos compartilhados.
No discurso, deverá reforçar que os dois países sempre encontraram formas de se unir, segundo trechos já divulgados à imprensa. A visita marca desdobramentos diplomáticos em meio a tensões regionais e ao histórico de parceria.
Durante a recepção, Charles cumprimentou integrantes do alto escalão do governo americano, incluindo o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. A comitiva britânica participou de uma passagem de revista às tropas.
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