- O Daily Mail afirma que Donald Trump e Charles III são primos distantes, em décimo quinto grau, por terem um ancestral em comum: o 3º Conde de Lennox.
- A conexão vem de uma linha que remonta ao 3º Conde de Lennox, morto após a Batalha de Linlithgow Bridge em mil quinhentos vinte e seis, e segue até Mary, rainha da Escócia, e James I da Inglaterra.
- A partir daí a linhagem liga-se à Casa de Windsor, ramo ao qual pertence Charles III, por meio de gerações que incluem o 4º Conde de Lennox e Lorde Darnley.
- A linha ainda envolve a filha do 3º Conde de Lennox, Lady Helen, o 12º Earl de Sutherland, Lady Jane e, por fim, Mary Anne MacLeod, natural da ilha de Lewis, que emigrou para os Estados Unidos em mil nonenta e três e casou-se com Fred Trump, pai de Donald Trump.
- O pesquisador Robert Barrett, ex-editor do Daily Mail, disse ter reconstruído a conexão após lidar com lacunas em registros; a matéria também aponta ligações com casas reais da Noruega, Suécia e Dinamarca.
- Trump comentou a notícia na Truth Social, dizendo que sempre quis morar no Palácio de Buckingham e que falará com o rei e a rainha durante a visita oficial aos Estados Unidos.
Um jornal britânico sustenta que Donald Trump e Charles 3º são primos distantes, alcançando um ancestral comum: o 3º Conde de Lennox, bisneto do rei Jaime 2º da Escócia. A conclusão aponta para um elo de 15º grau entre o presidente dos EUA e o monarca britânico.
Segundo a pesquisa encomendada, o 3º Conde de Lennox aparece em uma sequência de descendência que passa pela dinastia dos Lennox, culminando na Casa de Windsor. A linha envolve figuras históricas, como Darnley, Mary, rainha da Escócia, e o rei James 1º da Inglaterra.
A cronologia traçada começa no século XVI, com a batalha de Linlithgow Bridge, em que o Conde foi derrotado e morto. O enredo genealogicamente se estende por gerações até chegar a Mary Anne MacLeod, natural da ilha de Lewis, que imigrou para os Estados Unidos em 1930 e teve Donald Trump.
Entre as ramificações, o Daily Mail aponta ligações com as famílias Mackay, MacLeod e outras dinastias europeias. Através dessas ligações, a matéria associa o esforço de genealogistas a lacunas históricas, que, segundo a publicação, foram superadas por um pesquisador.
Reação pública e contexto da viagem
Trump reagiu à notícia em uma rede social, afirmando que sempre desejou morar no Palácio de Buckingham. A postagem mencionou uma possível conversa com o rei Charles 3º e a rainha Camilla durante a visita oficial aos Estados Unidos.
A viagem de Charles 3º e Camilla aos EUA ocorreu recentemente, envolvendo encontros com autoridades americanas. A matéria mantém o foco na possível relação de parentesco, sem emitir conclusão sobre efeitos práticos dessa conexão.
Observações independentes sobre a linha genealógica
A reportagem enfatiza que a ligação envolve várias casas reais europeias, com menções a Noruega, Suécia e Dinamarca como parte de uma rede de ascendência compartilhada. Críticos apontam desafios de registro histórico para traçar a rota completa entre as gerações.
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