- O acordo entre Mercosul e União Europeia entrou em vigor nesta sexta-feira (29), após ratificação dos países membros.
- A assinatura ocorreu em 2019 e o tratado prevê redução de tarifas e barreiras, além de cooperação em meio ambiente, agricultura, energia e tecnologia, com proteção de propriedade intelectual.
- O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o acordo deve impulsionar as exportações brasileiras e atrair investimentos estrangeiros.
- O Brasil é o principal beneficiado, com expectativa de aumento de até 20% nas exportações para a UE, e eliminação de tarifas para carne bovina, soja, milho, frango, açúcar, entre outros.
- O acordo traz avanços ambientais, com compromissos de combate ao desmatamento e proteção da Amazônia, fortalecendo a relação comercial entre Mercosul e União Europeia.
O acordo entre Mercosul e União Europeia entrou em vigor nesta sexta-feira 29. A assinatura formal ocorreu em 2019, mas a implementação aguardava a ratificação dos países membros. O tratado reduz tarifas e barreiras comerciais entre os blocos, com regras de propriedade intelectual e cooperação em meio ambiente, agricultura, energia e tecnologia.
O Brasil é o principal beneficiário, já que responde por grande parte das exportações de commodities do Mercosul. A assinatura ocorreu na cúpula do Mercosul em Montevidéu, e a ratificação pelos membros ocorreu ao longo dos últimos anos.
Segundo o Ministério da Economia, o acordo deve impulsionar as exportações brasileiras e atrair investimentos estrangeiros. A previsão é de ampliação do comércio de serviços e de investimentos entre as partes.
Entre os itens com tarifas eliminadas estão carne bovina, soja, milho, frango e açúcar. O acordo também estabelece compromissos ambientais, com metas para reduzir desmatamento e degradação ambiental na região.
A União Europeia é o maior parceiro comercial do Brasil, e o acordo busca reforçar a relação econômica e diplomática entre o bloco e o Mercosul. A expectativa é de maior previsibilidade regulatória para empresas.
O tratado prevê avanços na cooperação ambiental e no combate ao desmatamento, com exigências para medidas de proteção à floresta amazônica. O objetivo é alinhamento de padrões ambientais entre os blocos.
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