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Brasil avança em ranking de liberdade de imprensa e supera os EUA pela 1ª vez

Brasil sobe cinco posições e fica na 52ª posição, ultrapassando os Estados Unidos pela primeira vez, segundo levantamento da RSF

Jornalistas participam de coletiva de imprensa com o presidente Donald Trump em 25 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst
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  • Brasil subiu cinco posições no ranking global de liberdade de imprensa e chegou à 52ª posição entre 180 países, ultrapassando os Estados Unidos, que ficaram em 64º.
  • O levantamento do Repórteres Sem Fronteiras aponta que o mundo vive o nível mais baixo de liberdade de imprensa em vinte e cinco anos.
  • Desde 2022, o Brasil avançou cinquenta e oito posições; em 2021 esteve na zona vermelha, na 111ª posição, e no ano passado ficou em 63º.
  • Nos Estados Unidos, a queda ocorre pelo quarto ano seguido, com fatores ligados a dificuldades econômicas para jornalistas e uso da máquina pública contra a imprensa.
  • A RSF aponta que mais da metade dos países está com liberdade de imprensa em situação difícil ou muito grave, com Noruega liderando o ranking entre os melhores.

O Brasil subiu cinco posições no ranking global de liberdade de imprensa do RSF e ultrapassou os Estados Unidos pela primeira vez. O país ficou na 52ª posição entre 180 nações, enquanto os norte-americanos caíram para a 64ª. O levantamento aponta que o mundo vive o nível mais baixo de liberdade de imprensa em 25 anos.

Segundo o RSF, o recuo da liberdade de imprensa no mundo contrasta com a evolução do Brasil, que vem apresentando melhora relativa na região. A organização destaca ainda que a América Latina enfrenta violência de agentes criminosos e de forças políticas, prejudicando a atividade jornalística.

Desde 2022, o Brasil subiu 58 posições no ranking. Em 2021, chegou à 111ª posição, entrando na zona vermelha, considerada de situação difícil. Hoje, permanece em situação sensível, mas com avanço significativo.

Brasil no ranking

A RSF relata que o desempenho brasileiro é destacado frente a regional difusão de repressão. O estudo cita avanços no país nos últimos anos, ainda que a violência contra jornalistas continue presente em setores de atuação pública e privada.

Panorama mundial

O relatório aponta que mais da metade dos países está em situação difícil ou muito grave. Mudanças em políticas de segurança nacional são citadas como entraves à cobertura de interesse público e ao direito à informação.

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