- EUA passaram a fazer perguntas mais sensíveis em entrevistas de vistos não imigrantes, avaliando risco no país de origem.
- A diretriz é atribuída ao Departamento de Estado e pode levar a interpretação de intento migratório se houver receio de retornar.
- O processo tende a exigir maior rigor na análise de vistos, especialmente para turismo e negócios (B1/B2).
- Não houve publicação oficial detalhada; informações vêm de documentos internos e relatos da imprensa.
- A entrevista exige preparo: respostas claras e coerentes entre o formulário e as declarações para aumentar as chances de aprovação.
A partir de diretriz interna, o governo dos Estados Unidos intensificou a triagem de vistos não imigrantes. Consulados passaram a fazer perguntas mais sensíveis sobre a segurança pessoal dos solicitantes em seus países de origem. A medida envolve o Departamento de Estado e pode influenciar decisões de visto.
Questionamentos sobre perseguição, violência ou receio de retornar ao país de origem passam a compor parte da avaliação de elegibilidade para vistos temporários. Caso haja risco ou temor expresso, o oficial pode interpretar como indício de possível intenção migratória, afetando o resultado.
Para brasileiros, o efeito é relevante principalmente nos vistos de turismo e negócios B1/B2. A entrevista, já crucial, ganha maior peso na consistência das respostas, com maior ênfase em vínculos com o Brasil, histórico de viagens, estabilidade profissional e clareza do objetivo.
A mudança ainda não recebeu publicação detalhada nos canais oficiais do Departamento de Estado. Relatos de veículos internacionais sustentam que a prática já estaria em andamento, ainda que sem divulgação ampla.
O objetivo é aumentar a verificação de perfis e intenções dos solicitantes, com base na Lei de Imigração e Nacionalidade (INA), que orienta critérios de concessão de vistos temporários. O endurecimento aponta para uma análise mais minuciosa de casos.
Diante do cenário, a orientação para quem vai a uma entrevista é manter respostas claras e consistentes, evitar contradições e estar preparado para perguntas mais aprofundadas. A coerência entre dados do formulário e as falas ganha relevância.
Fontes citadas incluem The Guardian, The Washington Post e o U.S. Department of State. As informações destacam uma tendência de revisão mais rigorosa nas entrevistas e na avaliação de riscos individuais.
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