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EUA realizam exercício com sistemas autônomos de guerra a 150 km de Cuba

Exercícios com sistemas autônomos a cerca de 150 quilômetros de Cuba evidenciam a atuação militar dos EUA na região, em meio a tensões com Havana

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  • Estados Unidos realizam exercícios com sistemas autônomos, semi autônomos e não tripulados em Key West, a cerca de 150 km de Cuba, em meio a ameaças da administração de Donald Trump ao regime cubano.
  • O objetivo é empregar essas plataformas para enfrentar ameaças e desafios na região, segundo o Comando Sul.
  • Imagens divulgadas mostram um veículo aéreo não tripulado Vanilla Unmanned, capaz de ficar até dez dias no ar, usado para inteligência, reconhecimento e vigilância, e uma embarcação não tripulada de alta velocidade.
  • Paralelamente, as Forças Armadas Revolucionárias de Cuba publicaram foto de mísseis, reforçando a defesa antiaérea.
  • O Comando Sul criou o Comando de Guerra Autônoma para apoiar a estratégia de segurança nacional, com foco em cooperação com parceiros regionais para desarticular redes criminosas e responder a crises.

Os Estados Unidos realizam exercícios militares com sistemas autônomos, semi autônomos e não tripulados em Key West, sul da Flórida, a cerca de 150 km de Cuba. O objetivo é testar plataformas para combater ameaças na região, segundo o Comando Sul.

As imagens divulgadas mostram um veículo aéreo não tripulado capaz de até 10 dias de autonomia, usado para inteligência, reconhecimento e vigilância, além de uma embarcação de alta velocidade não tripulada. Dados oficiais não detalham nomes de modelos.

Enquanto isso, Cuba divulgou em redes sociais uma foto de mísseis, em tom de demonstração de capacidades de defesa. O governo cubano não detalhou objetivos ou operações relacionadas aos artefatos exibidos.

Contexto regional

No início da semana, o Comando Sul anunciou a criação do Comando de Guerra Autônoma para apoiar a Estratégia de Segurança Nacional. A iniciativa visa ampliar a integração entre tecnologia, aliados e operações na região.

Francis L. Donovan, general da Marinha que lidera o Comando Sul, reforçou que os sistemas autônomos devem conectar missões táticas a efeitos estratégicos de longo prazo. A meta aponta para cooperação com parceiros regionais.

O objetivo declarado é enfrentar ameaças em múltiplos domínios, desarticular redes criminosas e responder a crises como desastres naturais, mantendo operações alinhadas a prioridades de segurança regional.

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