- Dois meses após o início das ações, o custo para os EUA já chega a cerca de US$ 25 bilhões, com a maior parte indo para compra e uso de munições na operação coordenada com Israel.
- A campanha aérea mira forças iranianas e dirigentes do regime; negociações para cessar-fogo ou acordo permanecem paralisadas.
- O Irã disse que os EUA não têm mais o direito de ditar políticas; o presidente norte‑americano reforçou o tom, pedindo que os iranianos “ficarem espertos” sobre a energia nuclear.
- Os preços do petróleo subiram: Brent a US$ 118,01 o barril (+6,07%), WTI a US$ 105,49 (+5,56%), com relatos de discussões sobre bloqueio ao Irã por vários meses.
- O PNUD estimou que 32 milhões de pessoas podem entrar na pobreza em 160 países, mesmo que o conflito termine em seis semanas; Putin teve ligação com Trump para discutir a região.
O custo do conflito entre EUA e Irã atingiu US$ 25 bilhões em dois meses de guerra, informou um alto funcionário do Pentágono ao Congresso. A soma, equivalente a cerca de R$ 125 bilhões, envolve principalmente aquisição e uso de munições.
O presidente Joe Biden não aparece diretamente, mas autoridades destacam o peso financeiro da operação iniciada em 28 de fevereiro, em parceria com Israel. O foco inicial são forças iranianas e o regime de Teerã.
Custos do conflito e impactos
A campanha aérea, que envolve EUA e Israel, permanece centrada no programa nuclear do Irã. Enquanto isso, negociações para cessar-fogo ou acordo continuam paralisadas.
Na véspera, Teerã afirmou que Washington não pode ditar políticas a outros países. Na quarta, Trump endureceu o discurso e pediu que iranianos fiquem espertos, segundo publicação em Truth Social.
O preço do petróleo subiu e as bolsas caíram, refletindo a incerteza. Brent chegou a US$ 118,01 por barril e WTI ficou em US$ 105,49, com alta expressiva em relação ao dia anterior.
Impacto humano e econômico
O PNUD estimou que a alta nas tarifas de energia pode tirar 32 milhões de pessoas da pobreza em 160 países, mesmo se o conflito terminar em breve. A divulgação ocorreu à margem de cúpula do G7.
Em paralelo, houve sinal diplomático: Putin ligou para Trump para discutir a situação no Oriente Médio. O Kremlin comunicou apoio à extensão do cessar-fogo como etapa de negociação.
Cenário diplomático e perspectivas
Executivos do setor petrolífero discutiram com Trump a possibilidade de um bloqueio ao Irã por meses, reforçando a incerteza sobre o desfecho. A imprensa aponta continuidade de tensões e pressão por acordos.
A imprensa brasileira apurou que a onda de sanções e bloqueios pode se prolongar, com impactos globais nos preços de energia e na estabilidade regional, sem indicação de data para fim do conflito.
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