- O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, participa de audiência no Comitê de Serviços Armados da Câmara para discutir o orçamento militar de 2027.
- Será a primeira vez desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, que ele é questionado por parlamentares.
- Democratas questionam o ataque ao Irã por ser caro e ter sido iniciado sem aprovação do Congresso.
- O governo pretende elevar os gastos militares para o patamar de US$ 1,5 trilhão no próximo ano.
- Hegseth e o presidente do Estado-M-Maior Conjunto, general Dan Caine, devem destacar a necessidade de mais drones, defesa antimísseis e navios de guerra.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, participa nesta quarta-feira, 29, de uma audiência no Comitê de Serviços Armados da Câmara para discutir o orçamento militar de 2027. O encontro ocorre em Washington, com foco no planejamento das forças armadas.
Será a primeira vez desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, que Hegseth é questionado por parlamentares. Democratas contestam o ataque ao Irã por ser caro e ter sido iniciado sem aprovação do Congresso.
O governo de Donald Trump planeja elevar os gastos militares para US$ 1,5 trilhão no próximo ano. Hegseth e o presidente do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, devem defender maior investimento em drones, mísseis e navios.
Disputa sobre autorização e financiamento
Nesta sessão, está prevista a defesa da necessidade de ampliar a capacidade militar, incluindo sistemas de defesa antimísseis. A posição destaca a importância de manter vantagem estratégica perante rivais regionais.
Na quinta-feira, 30, Hegseth e Caine vão ao Comitê de Serviços Armados do Senado, conforme a agenda divulgada pela Associated Press. As duas audiências devem acompanhar o debate sobre o orçamento.
As informações são registradas pela AP e devem embasar as decisões sobre o orçamento de defesa para o próximo exercício fiscal. Não há confirmação de votações durante as sessões.
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