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Atirador que tentou matar Trump postou selfie com armas antes do ataque

Selfie com armas tirada minutos antes do evento reforça suspeita de premeditação em ataque contra Trump em Washington.

Foto colorida de suspeito com armas - Metrópoles
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  • Cole Tomas Allen é acusado de tentar matar o presidente Donald Trump em ataque a tiros no sábado, 25 de abril, durante jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca no Washington Hilton.
  • Fotos apresentadas pelos procuradores mostram Allen com duas armas de fogo e facas presas a um cinto, supostamente as mesmas armas que foram encontradas com ele.
  • A defesa afirma que as imagens integram um documento da arquiteta federal do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, que diz que Allen começou a se preparar cerca de três semanas antes do evento.
  • Segundo a investigação, Allen viajou de trem para Washington, reservou o quarto e acompanhou a programação, registrando uma selfie armado três minutos após o início do jantar, às 20h03.
  • Em meio ao ataque, um agente do Serviço Secreto foi atingido no colete à prova de balas; Trump e outros membros do governo estavam presentes, mas não se feriram. Allen foi formalmente acusado de transporte ilegal de arma, disparo durante crime violento e tentativa de assassinato, com possibilidade de pena de prisão perpétua.

Cole Tomas Allen, acusado de tentar matar o presidente Donald Trump, foi visto em fotos apresentadas por procuradores federais dos EUA posando com facas e armas pouco antes de cometer o atentado no último sábado (25/4).

As imagens, capturadas no Washington Hilton, mostram Allen em um dos quartos do hotel durante o jantar do presidente com a Associação de Correspondentes da Casa Branca. Em frente a um espelho, ele aparece com terno preto e armas presas a um cinto, alegam os promotores serem as mesmas utilizadas.

A procuradora federal do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, afirmou que Allen começou a se preparar para o ataque cerca de três semanas antes do evento. A moção descreve pesquisas, reservas de quarto para os dias 24 a 26 de abril e acesso à programação do jantar.

Detalhes do ataque

Segundo a denúncia, Allen, natural da Califórnia, viajou de trem até Washington, acompanhou notícias do jantar durante o trajeto e consultou a programação por volta das 18h26, antes de deixar o quarto novamente. Às 20h03, três minutos após o início do evento, ele registrou uma selfie armado diante do espelho, com itens como bolsa e ferramentas.

Poucos minutos depois, o serviço Secreto informou que Allen correu com uma espingarda em mãos e disparou na direção de uma escadaria que levava ao salão principal. Ele foi acusado de transporte ilegal de arma, disparo de arma durante crime violento e tentativa de assassinato do presidente. A pena pode chegar à prisão perpétua.

Um agente do Serviço Secreto foi atingido no colete à prova de balas. Além de Trump, outros membros do alto escalão do governo estavam presentes e foram retirados do jantar; ninguém ficou ferido.

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