- O Happy City Index 2026 avaliou mais de 3.400 municípios com 64 indicadores, com base em 150 mil dados, para montar o ranking das 250 cidades mais felizes do mundo.
- Três cidades brasileiras aparecem no estudo: São Paulo fica em 161º lugar com 5.743 pontos, Curitiba em 197º e Belo Horizonte em 219º.
- Além de São Paulo, a América Latina tem presença de Buenos Aires e Posadas (Argentina); Guadalajara, no México, aparece na 250ª posição.
- Entre os critérios estão expectativa de vida, universidades de prestige global, áreas verdes por habitante, poluição do ar, acesso ao ensino superior e participação eleitoral.
- O estudo enfatiza que o índice não busca eleger uma única “melhor cidade”, mas oferecer um panorama de desenvolvimento urbano, governança e bem-estar.
O Happy City Index 2026 chegou a 64 indicadores para avaliar 150 mil dados de desenvolvimento urbano e qualidade de vida em 250 cidades ao redor do mundo. O estudo aponta quem está mais bem posicionada em sustentabilidade, saúde, mobilidade e ambiente.
Três cidades brasileiras aparecem no ranking, destacando o país entre as referências da América Latina. Curitiba e Belo Horizonte aparecem entre as 250, com desempenhos notáveis, enquanto São Paulo lidera a região ao ficar em 161º lugar com 5.743 pontos. As cidades vão além do Brasil ao incluir Buenos Aires e Posadas, na Argentina, na lista. Guadalajara, no México, fica logo atrás na 250ª posição. Kiev, na Ucrânia, figura na 251ª posição como sinal de respeito às autoridades locais em circunstâncias difíceis.
Entre as favoritas globais, Copenhague lidera, seguida por Helsinque e Genebra. Tóquio aparece em quinto lugar, mantendo forte desempenho em qualidade de vida, sustentabilidade e desenvolvimento urbano a longo prazo.
Como ficou o ranking e os critérios
A avaliação considerou 150 mil dados coletados, distribuídos em 64 indicadores com pesos entre 0,5% e 3%. Entre os critérios estão expectativa de vida, universidades de renome, áreas verdes por habitante, qualidade do ar e acesso ao ensino superior. O índice conta com mais de 450 estudiosos envolvidos na análise.
O que dizem os especialistas
Os pesquisadores ressaltaram que o índice não pretende eleger uma única cidade como a melhor do mundo. O objetivo é oferecer um panorama equilibrado de governança, resiliência, sustentabilidade e bem-estar urbano. A leitura ajuda a entender dinâmicas de desenvolvimento em diferentes regiões.
Entre na conversa da comunidade