- EUA estimam gasto de 125 bilhões de reais na guerra contra o Irã.
- O Congresso pressionou o Pentágono a justificar o aumento do orçamento em 7 trilhões de reais, três vezes o PIB do Brasil.
- O secretário de Guerra, Pete Hegseth, defendeu os gastos e disse que a operação no Oriente Médio é eficaz, com objetivo de impedir que o Irã tenha arma nuclear.
- O especialista Ricardo Cabral afirmou que a guerra movimenta a economia dos EUA, mas o contribuinte pode enxergar os gastos como desnecessários.
- Segundo Cabral, o grupo MAGA considera que a guerra não vale a pena por ser demorada, o que pode impactar economia e eleições de novembro.
Como medida de gastos, os Estados Unidos estimam ter desembolsado cerca de R$ 125 bilhões em seu conflito com o Irã, segundo cálculos do governo. O montante é citado enquanto o Congresso pressiona o Pentágono a justificar um aumento de orçamento de defesa na casa dos trilhões de reais, cifra que supera três vezes o PIB do Brasil.
O Secretário de Guerra, Pete Hegseth, defende os custos, afirmando que a operação no Oriente Médio tem apresentado resultados e que o objetivo é impedir que o Irã obtenha armas nucleares. A avaliação acontece em meio a debates sobre a eficiência do investimento militar.
Em entrevista ao Conexão Record News, o especialista em segurança internacional Ricardo Cabral afirma que a guerra movimenta fortemente a economia norte-americana, mas pode não ficar visível para o contribuinte, que pode considerar os gastos excessivos.
Contexto político e impactos no eleitorado
Cabral aponta que o grupo majoritário do movimento MAGA, base de apoio de Donald Trump, tende a questionar a continuidade do conflito. A percepção de demora para obter resultados pode influenciar o debate econômico e as eleições de novembro, segundo o especialista.
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