- EUA executaram James Hitchcock, de 70 anos, após quase cinqüenta anos no corredor da morte, pelo estupro e estrangulamento de sua sobrinha de treze anos em mil novecentos e setenta e seis; ele confessou para impedir que a vítima contasse à mãe.
- Hitchcock passou por quatro julgamentos entre mil novecentos e setenta e sete e mil novecentos e noventa e seis, sob pena de morte em todos eles; a execução ocorreu por injeção letal na Flórida.
- A Suprema Corte dos EUA negou pedido de suspensão da execução no início do dia; foi a sexta execução no estado em dois mil e vinte e seis; a última refeição foi frango, salada, sorvete, torta e refrigerante.
- Também nesta quinta-feira, James Broadnax, de trinta e sete anos, foi executado no Texas pelo roubo e assassinato de dois produtores musicais em dois mil e oito, por injeção letal.
- O país admite a pena de morte em vinte e sete dos cinquenta estados; em vinte e quatro de abril passou a autorizar o pelotão de fuzilamento para práticas de execução; em dois mil e vinte e quatro houve uso inédito de morte por asfixia, criticada por organizações internacionais.
James Hitchcock, 70 anos, foi executado na Flórida após quase cinco décadas no corredor da morte. O crime ocorreu em 1976, quando ele estuprou e estrangulou sua sobrinha de 13 anos, Cynthia “Cindy” Driggers. Hitchcock foi condenado à pena de morte em quatro julgamentos entre 1977 e 1996, todos com a mesma condenação.
A Suprema Corte dos EUA negou pedido de suspensão da execução no início do dia. A injeção letal foi aplicada nesta quinta-feira (30/4), marcando a sexta execução no estado em 2026.
Detalhes e contexto
Jordan Kirkland, porta-voz do Departamento de Correções da Flórida, informou que a última refeição de Hitchcock incluiu frango, salada, sorvete, torta e refrigerante.
Nesta quinta, outro homem foi Executado nos EUA, no Texas: James Broadnax, 37, condenado por roubo e assassinato de dois produtores musicais em 2008. A execução também ocorreu por injeção letal.
O país mantém a pena de morte em 27 estados. Na semana anterior, o governo federal autorizou o uso de pelotão de fuzilamento para execuções, como forma de agilizar o processo.
Em 2024 houve a adoção inédita de morte por asfixia como alternativa, mas o método foi alvo de críticas por causar sofrimento intenso, com denúncias de organismos internacionais.
Entre na conversa da comunidade