- EUA preparam acordos com a Venezuela em energia e mineração para abrir espaço a empresas estrangeiras no país, após anos de estatizações e conflitos com o setor privado.
- Jarrod Agen, diretor do Conselho de Dominância Energética Nacional, viajará à Venezuela na quinta-feira para se reunir com executivos do setor e autoridades governamentais.
- Memorandos de entendimento poderão facilitar a entrada de companhias estrangeiras, sem aumento imediato da produção, mas com perspectivas de maiores exportações nos próximos anos.
- As negociações envolvem empresas como Hunt Oil, Repsol, Eni, Halliburton e a Petroquímica de Venezuela, além de possíveis projetos de ouro, alumínio e carvão.
- O governo venezuelano tem buscado atrair investimentos no setor de mineração, enquanto autoridades dos EUA destacam o objetivo de conter a alta de preços de energia mediante maior exportação de petróleo venezuelano.
O presidente dos EUA, por meio do Conselho de Dominância Energética Nacional, planeja acordos com a Venezuela em energia e mineração. A viagem ocorre nesta semana para encontros com executivos e autoridades venezuelanas, segundo a Casa Branca.
Os memorandos visam abrir espaço para a atuação de várias empresas estrangeiras no país, após anos de estatizações. Não há garantia de aumento imediato da produção, mas o objetivo é facilitar exportações futuras e atrair investimentos.
A iniciativa também busca ampliar a presença de empresas americanas no setor de mineração, em meio a uma lei venezuelana anunciada recentemente para regular direitos minerais e atrair investimentos. A visita envolve representantes de várias companhias.
Participantes e setores envolvidos
Executivos da Hunt Oil, Repsol, Eni e Halliburton devem participar, junto com a Petroquímica de Venezuela. Além disso, estarão traders e outras empresas de serviços petrolíferos com atuação no país.
Contexto e motivações
Analistas apontam que a estratégia busca diversificar parcerias após conflitos com o setor privado nacional e manter entradas de petróleo para conter preços nos EUA. A administração norte-americana destaca a reativação de laços econômicos como benefício mútuo.
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