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Ex-mulher de Maradona acusa médicos indiciados em julgamento

Durante o segundo julgamento pela morte de Maradona, Verónica Ojeda desabafa e acusa médicos de negligência, chamando-os de “assassinos”

Veronica Ojeda participou do segundo julgamento da morte de Maradona
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  • Em pleno segundo julgamento pela morte de Diego Maradona, Verónica Ojeda chorou e chamou os médicos acusados de “assassinos” por suposta negligência.
  • Ela apontou o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov e o psicólogo Carlos Díaz como principais responsáveis, sugerindo manipulação da família.
  • Ojeda disse que o agente de Maradona, Matías Morla, “ dirigia” médicos e demais integrantes da comitiva.
  • Maradona morreu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, durante cuidados domiciliares após uma cirurgia para remover hematoma subdural.
  • Os sete profissionais de saúde são julgados por homicídio culposo com dolo; além de Luque, Cosachov e Díaz, respondem Nancy Forlii, Pedro Di Spagna, Mariano Perroni e Ricardo Almirón.

No segundo julgamento pela morte de Diego Maradona, Verónica Ojeda, ex-mulher do jogador, emocionou-se ao criticar os médicos acusados de negligência na proteção da saúde do astro argentino. Ela desabou em lágrimas ao longo da sessão nesta quinta-feira, 30.

Ojeda apontou especificamente o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov e o psicólogo Carlos Díaz, membros da equipe que cuidou do ex-jogador. Ela os chamou de assassinos e acusou de manipular a família de Maradona.

Durante o depoimento, a ex-mulher afirmou que o agente de Maradona, Matías Morla, era quem dirigia os médicos e demais integrantes da comitiva que acompanhava o capitão da seleção campeã da Copa do Mundo de 1986.

Maradona faleceu em 25 de novembro de 2020, de ataque cardíaco, enquanto recebia cuidados domiciliares. Ele tentava se recuperar de uma cirurgia realizada duas semanas antes, para remover um hematoma subdural.

O processo envolve sete profissionais de saúde que atuaram no cuidado domiciliar. Todos negam negligência. A acusação é de homicídio culposo com dolo, com pena máxima prevista de 25 anos.

Além de Luque, Cosachov e Díaz, respondem no caso os médicos Nancy Forlii e Pedro Di Spagna, o representante da empresa de enfermagem Mariano Perroni e o enfermeiro Ricardo Almirón.

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