- Cole Allen, de trinta e um anos, foi detido pelo Serviço Secreto ao tentar invadir o jantar de Donald Trump no Washington Hilton Hotel em vinte e cinco de abril de dois mil e vinte e seis; ele estava armado com faca, duas armas de fogo e uma bolsa para munição.
- O evento, que reuniu jornalistas, autoridades e convidados, foi cancelado depois de tiros disparados na parte externa do salão; um agente de segurança ficou ferido, em estado não grave.
- O registro divulgado mostra Allen vestindo preto, gravata vermelha, pouco antes de deixar o quarto de hotel e tirar fotos com armas.
- Trump foi retirado do local pelas autoridades assim que os tiros começaram; o republicano disse acreditar que o suspeito agiu sozinho e divulgou a imagem dele nas redes sociais.
- Allen foi formalmente acusado de tentativa de assassinato no dia vinte e sete de abril; a audiência de detenção está marcada para o dia trinta de abril para decidir se ele permanece preso ou responde em liberdade.
Um homem armado tentou invadir o jantar reservado para o presidente Donald Trump durante um evento na Casa Branca, em 25 de abril de 2026. A intervenção ocorreu logo após disparos vindos da área externa do salão, levando à suspensão do encontro.
Cole Allen, de 31 anos, foi detido por agentes do Serviço Secreto. Ele portava duas armas de fogo, uma faca, um coldre de ombro e uma bolsa com munição, no momento em que foi imobilizado. Ele é natural da Califórnia e formado pela Caltech.
O jantar reunia Trump, membros do governo, jornalistas e convidados no Washington Hilton, em Washington, DC. O Serviço Secreto retirou o presidente do salão assim que os disparos foram ouvidos; Trump anunciou que o grupo está bem.
Cole Allen foi acusado de tentativa de assassinato contra Trump na segunda-feira, 27 de abril. Uma audiência de detenção ficou marcada para esta quinta-feira, 30 de abril, para decidir se ele permanece preso ou responde em liberdade.
O ataque deixou um agente do Serviço Secreto ferido, com gravidade não especificada, segundo as informações divulgadas. Trump afirmou acreditar que o suspeito agiu sozinho e que o episódio não comprometerá a agenda presidencial.
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