- O Irã avisou que responderá com ataques “longos e dolorosos” caso os Estados Unidos retomem ações militares contra o país.
- O governo iraniano aponta impasse nas negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio, que segue sob um cessar-fogo temporário indefinido.
- Autoridades citadas pela Reuters dizem que qualquer ataque americano, mesmo que limitado, receberá resposta direta contra posições dos EUA na região; outro comandante afirma capacidade de atingir bases, ativos e navios de guerra.
- O governo de Donald Trump deve receber nos próximos dias um relatório do Pentágono com opções atualizadas de ataque para pressionar Teerã a aceitar um acordo.
- A avaliação na Casa Branca é de que a força continua como instrumento para destravar as negociações, conforme a imprensa americana.
O regime iraniano afirmou nesta quinta-feira (30) que responderá a ataques dos EUA com ações “longas e dolorosas” caso Washington retome a ofensiva militar contra o Irã, em meio às negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio, hoje sob um cessar-fogo temporário indefinido. A declaração ocorre em meio a avaliações norte-americanas sobre cenários de pressão a Teerã.
Segundo a agência Reuters, altos comandantes da Guarda Revolucionária destacaram que qualquer ataque estadounidense, ainda que limitado, provocaria uma resposta direta contra bases dos EUA na região. Um outro líder militar iraniano afirmou que o país tem capacidade de atingir bases e ativos americanos, além de navios de guerra, se necessário.
O contexto envolve a expectativa de um relatório do Pentágono aos próximos dias com opções atualizadas de ataque para pressionar o Irã a aceitar um acordo, segundo fontes citadas pela imprensa. A avaliação interna na Casa Branca é de que a força continua a ser um instrumento para destravar as negociações.
O objetivo dos diálogos é encerrar de modo definitivo a guerra no Oriente Médio, com um cessar-fogo indefinido ainda vigente. As declarações iranianas chegam enquanto Washington avalia cenários para avançar nas tratativas com Teerã. Fontes: Reuters.
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