- O presidente argentino, Javier Milei, visitou o porta-aviões nuclear dos EUA, o USS Nimitz, que participa de exercícios conjuntos organizados pelo Comando Sul (Southcom) e pela Embaixada americana na Argentina.
- Milei chegou ao local nesta quinta-feira (30) acompanhado da irmã, Karina Milei, secretária-geral da Presidência, e de outros membros da equipe.
- A viagem reforça o alinhamento político entre a Casa Rosada e a gestão de Donald Trump em questões de defesa.
- O USS Nimitz chegou à Argentina no dia 26, e os exercícios incluíram a Marinha argentina, o contratorpedeiro USS Gridley (DDG-101) e o ARA La Argentina.
- No ano passado, Milei sinalizou a intenção de construir uma Base Naval Integrada no extremo sul, com custo estimado entre 400 e 500 milhões de dólares, para facilitar o acesso ao continente antártico.
O presidente argentino Javier Milei visitou o porta-aviões nuclear dos EUA USS Nimitz, que participa de exercícios militares conjuntos organizados pelo Comando Sul (Southcom) e pela Embaixada americana na Argentina. A cerimônia de operação ocorreu durante o último dia de exercícios, nesta quinta-feira, 30. O navio chegou ao litoral argentino no dia 26.
Milei esteve acompanhado pela irmã, Karina Milei, secretária-geral da Presidência, além de demais membros da sua equipe de alto escalão. A presença do presidente ocorre em meio a um alinhamento político entre a Casa Rosada e a gestão de Donald Trump, especialmente em temas de defesa.
Os exercícios envolvem unidades da Marinha Argentina, o USS Nimitz e outros navios, como o contratorpedeiro USS Gridley (DDG-101) e o ARA La Argentina. A demonstração aérea incluiu caças F-18 e helicópteros MH-60 Seahawk, prevista para o encerramento das atividades.
Contexto e perspectivas
A atuação reforça a cooperação entre ambos os países em defesa. No ano passado, Milei viajou a Ushuaia, na Terra do Fogo, com a then General Laura Richardson do Southcom, sinalizando a intenção de estabelecer uma Base Naval Integrada no extremo sul da Argentina. O projeto prevê investimentos entre US$ 400 milhões e US$ 500 milhões em infraestrutura para facilitar o acesso ao continente antártico.
A operação marítima e aérea ocorre no âmbito de exercícios conjuntos que visam ampliar interoperabilidade entre as forças de ambos os países, bem como demonstrar a capacidade de integração de equipamentos navais e aeronáuticos de alto nível. As autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre cronogramas futuros.
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