- Na manhã de quinta-feira, 30, o petróleo Brent chegou a US$ 126 por barril, o maior nível desde 2022, com alta de mais de doze por cento no início do dia; o WTI ultrapassou US$ 110 por barril, subindo mais de três por cento.
- O preço da gasolina nos EUA atingiu, segundo a AAA, em torno de US$ 4,23 por galão, o maior patamar em quatro anos, com a energia elevada pela guerra entre EUA e Irã, que já subiu mais de vinte e sete por cento.
- As negociações entre EUA e Irã falharam novamente, mantendo o Estreito de Ormuz praticamente fechado e causando disparada dos preços globais do petróleo.
- Em reunião com assessores, o presidente Donald Trump sinalizou Interesse em manter o bloqueio naval aos portos iranianos, com equipes já preparando a prorrogação e o possível fechamento do estreito a longo prazo.
- O estreito, crucial para o transporte de petróleo e gás, teve o trânsito reduzido a quase zero desde o início do conflito no fim de fevereiro, sendo descrito pela Agência Internacional de Energia como a maior interrupção de fornecimento da história.
Na manhã desta quinta-feira (30), o petróleo atingiu níveis acima de US$ 123 por barril, o maior desde 2022. O movimento ocorre conforme o governo americano avalia a prorrogação do bloqueio aos portos iranianos.
O Brent, referência global, chegou a US$ 126 em alguns momentos, registrando alta superior a 12% no início do dia. O WTI, referência dos EUA, sobe mais de 3%, passando de US$ 110 por barril.
Além disso, o preço médio da gasolina nos EUA chegou a cerca de US$ 4,23 por galão, segundo a AAA, indicando alta de mais de 27% puxada pela tensão entre EUA e Irã e pela interrupção de oferta.
Contexto de mercado
As bolsas de petróleo seguem pressionadas pela falta de acordo entre EUA e Irã, mantendo o Estreito de Ormuz praticamente fechado e dificultando o transporte de petróleo. A Agência Internacional de Energia chamou a interrupção de histórica.
Durante reunião entre o presidente Donald Trump e assessores, a possibilidade de manter o bloqueio naval aos portos iranianos foi discutida. Fontes próximas às negociações disseram que preparativos para expansão estão em andamento.
O estreito, crucial para o fluxo global, reduziu o trânsito diário a quase zero desde o início do conflito, em fevereiro, contribuindo para o aumento de preços e volatilidade nos contratos futuros.
Quanto aos contratos, o Brent para junho está perto de expirar, levando operadores a migrarem para o contrato de julho, que já ultrapassou US$ 113 por barril na véspera.
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