- O Senado, liderado pelos Republicanos, bloqueou novamente a tentativa democrata de interromper a guerra dos EUA contra o Irã, votando contra uma resolução de poderes de guerra.
- A votação foi de 47 a 50, com duas republicanas a favor (Susan Collins e Rand Paul) e um democrata contra (John Fetterman).
- O prazo de 60 dias desde a notificação da administração Trump sobre ataques permanece em foco, com debates sobre se o relógio está pausado pela trégua.
- A resolução buscava limitar o conflito até o Congresso autorizar novas ações militares, conforme a War Powers Resolution de 1973.
- Na Câmara, outra proposta semelhante foi rejeitada recentemente por 213 a 214; três democratas que votaram contra em março votaram a favor nesta rodada, e um republicano votou a favor apenas nesta ocasião.
O Senado, controlado pela maioria republicana, barravou novamente uma tentativa democrata de conter a atuação dos EUA na Iran. A resolução de poder de guerra foi rejeitada por 47 votos a 50, mantendo a ofensiva em curso sem aprovação do Congresso para novas ações.
Dois republicanos votaram a favor: Susan Collins, de Maine, e Rand Paul, de Kentucky. Um democrata votou contra: John Fetterman, da Pensilvânia. A votação marca a sexta vez neste ano em que democratas forçam um voto sobre o tema.
O texto, proposto pelo senador Adam Schiff, visava limitar o conflito até que o Congresso autorize novas ações militares. A data de 60 dias desde o início dos ataques foi atingida na sexta-feira, segundo a confirmação da Casa Branca.
O porta-voz da Defesa, Pete Hegseth, disse que o relógio de 60 dias foi pausado por causa do cessar-fogo com a Iran, interpretação que voltou a gerar questionamentos entre democratas e críticos. A equipe presidencial não confirmou de forma definitiva.
Ainda neste mês, a Câmara dos Deputados também rejeitou, por margem apertada, outra proposta de limitar ações militares no Irã. O texto, de Greg Meeks, não recebeu o número mínimo de votos para aprovação, exigindo dois votos adicionais.
Entre os congressistas, três deputados que votaram contra uma resolução anterior em março mudaram de posição desta vez e votaram a favor. Jared Golden, de Maine, foi o único democrata a votar contra, enquanto Thomas Massie, de Kentucky, apoiou a passagem. Warren Davidson, de Ohio, votou presente.
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