- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que avalia reduzir o número de tropas americanas na Espanha e na Itália, em meio a divergências com aliados europeus sobre a guerra com o Irã.
- Trump já havia mencionado, no dia anterior, a possibilidade de reduzir tropas na Alemanha.
- Ele afirmou que Itália e Espanha não têm colaborado, citando-os como exemplos de países que não ajudam.
- Em relação à Alemanha, Trump criticou o chanceler Friedrich Merz, afirmando que ele está “fazendo um trabalho péssimo” e que o país está “indo mal”.
- Merz havia dito que os EUA parecem estar sendo humilhados pelo Irã e criticou a falta de estratégia de saída em guerras como Iraque e Afeganistão.
Donald Trump sinalizou nesta quinta-feira a possibilidade de reduzir o efetivo americano na Espanha e na Itália, em meio a uma revisão global da presença dos EUA na Europa e a divergências sobre a guerra com o Irã. Ele citou pouca colaboração por parte dos aliados.
A fala ocorreu após o presidente já ter indicado considerar cortes também na Alemanha. Em tom firme, ele afirmou que a Itália e a Espanha não têm ajudado como esperado, sugerindo cortes no contingente militar.
Trump manteve o tom crítico ao falar do papel de aliados europeus na coalizão contra o Irã, no Salão Oval da Casa Branca. Em especial, ele apontou falhas de cooperação de parceiros como a Alemanha.
Desempenho de aliados e críticas a Merz
O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou que os EUA parecem sem estratégia diante do Irã, destacando dúvidas sobre saídas de guerra no Iraque e no Afeganistão. Merz pediu rapidez para encerrar o conflito.
Em resposta, Trump rebateu Merz, sugerindo que ele não compreende as implicações da possível arma nuclear iraniana. O presidente advertiu que, se o Irã tiver armas, a situação global ficaria sob risco.
Trump ressaltou que atua para conter o Irã de modo que, segundo ele, seria responsabilidade de outras nações também adotarem medidas há tempos. Ele criticou ainda a situação econômica da Alemanha.
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