- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pode retirar tropas da Espanha e da Itália por não valorizarem o apoio dos EUA na ofensiva no Oriente Médio.
- A declaração veio após a redução anunciada de tropas na Alemanha e críticas à falta de apoio logístico dos aliados europeus.
- O contexto envolve a Espanha, que fechou o espaço aéreo para aeronaves americanas, e a Itália, que negou o uso de uma base na Sicília.
- O plano de Trump inclui transferir tropas para países que apoiaram a ofensiva, como Polônia, Romênia, Lituânia e Grécia, e fechar bases históricas possivelmente na Espanha ou na Alemanha.
- Analistas veem a medida como uma reestruturação da presença militar norte-americana na Europa, com foco em recompensar aliados fiéis e isolar governos mais reticentes.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizou a retirada de tropas da Espanha e da Itália, em resposta à postura desses governos diante da guerra no Irã. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa na data de 30 de abril, com a redução de contingente já anunciada na Alemanha sendo citada como precedente.
Trump afirmou que Itália e Espanha não têm oferecido apoio logístico ou militar adequado às operações no Oriente Médio. O descontentamento se intensificou após a Espanha fechar seu espaço aéreo para aeronaves americanas e a Itália negar o uso de uma base estratégica na Sicília, complicando a logística da coalizão.
Analistas indicam que a Casa Branca pode rever a presença militar europeia como forma de punição e de realocação para países que apoiaram a ofensiva. O grupo de aliados com maior probabilidade de receber reforços inclui Polônia, Romênia, Lituânia e Grécia, enquanto bases históricas podem ser fechadas.
Contexto na Otan
A situação amplia a tensão entre os EUA e governos europeus a poucos meses de novas decisões sobre a integração militar. Mantêm-se abertas as possibilidades de mudanças rápidas no mapa de bases e de contingentes, com foco em consolidar apoio de parceiros que participaram ativamente da operação.
Desdobramentos regionais
Polônia e países bálticos devem ganhar reforços de segurança, segundo avaliações preliminares. Itália e Espanha, por outro lado, enfrentam risco de redução da presença americana em seus territórios, com impactos logísticos e estratégicos ainda a serem definidos pelas autoridades norte-americanas.
Entre na conversa da comunidade