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Cachorro fica no corredor da morte após morder vizinho e enfrenta processo judicial

Caso de cão cane corso em Millis chega ao tribunal após mordida; avaliação veterinária sustenta mudança de recomendação para a eutanásia pela controle animal

Vítima da mordida não deseja que Bentley seja sacrificado
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  • Em Millis, Massachusetts, o caso de Bentley, um cane corso, continua em julgamento após ter mordido alguém há cerca de três anos.
  • A cidade defende a eutanásia do cachorro, enquanto a dona, Rebecca Martin, afirma que ele não teve mais problemas desde o incidente.
  • Bentley vive com Martin desde então e não houve novos incidentes; a proprietária toma medidas de segurança após o ataque.
  • O caso está no Tribunal Distrital de Wrentham, onde um treinador avaliou o cão e recomendou manter o animal sob cuidados da família.
  • A Oficial de Controle de Animais de Millis informou ao juiz que recomendou anteriormente seis medidas corretivas; na audiência, a advogada da prefeitura afirmou que a eutanásia é uma opção conforme recomendações veterinárias.

Bentley, um cane corso, está no centro de uma batalha judicial em Millis, Massachusetts, nos Estados Unidos. O caso envolve a possível eutanásia do animal após um episódio de mordida ocorrido há três anos. A cidade sustenta que o cão representa risco, apesar de não haver novos incidentes desde então.

A dona de Bentley, Rebecca Martin, afirma que o cachorro não apresentou problemas comportamentais desde o ataque e tem vivido em casa com medidas de segurança recomendadas. O episódio anterior levou a ações legais e a uma disputa sobre o destino do animal.

O processo tramita no Tribunal Distrital de Wrentham. Na audiência desta semana, um treinador que avaliou Bentley informou ver cuidados e comportamento adequados do animal durante o tempo sob tutela da família. A testemunha materna da vítima descreveu rosnados e batidas na casa durante o período do incidente.

Evolução do caso e recomendação da prefeitura

A Autoridade de Controle de Animais de Millis havia sugerido um conjunto de seis medidas corretivas, incluindo focinheira e restrições, sem recomendar a eutanásia. Contudo, em depoimento recente, a responsável pela unidade passou a defender a possibilidade de sacrificar o cão, citando recomendações veterinárias.

A mudança na posição ocorreu após avaliação clínica não divulgada detalhadamente, segundo o tribunal. A administração municipal afirmou não comentar litígios em andamento, mantendo posição institucional diante do caso. O desfecho permanece pendente na Justiça.

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