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Congresso americano endurece postura na guerra do Irã, afirma professor

Autoridade do governo Trump afirma que cessar-fogo com o Irã encerrou hostilidades para a resolução sobre poderes de guerra, ampliando incerteza no Congresso

Trump tinha até esta sexta (1º) para encerrar conflito ou apresentar argumentos para estendê-lo
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  • Um alto funcionário do governo de Donald Trump afirmou que o cessar-fogo entre EUA e Irã encerrou as hostilidades para fins da resolução sobre poderes de guerra, com prazo para o Congresso.
  • Segundo ele, as hostilidades iniciadas no sábado, 28 de fevereiro, terminaram e não houve troca de tiros desde o início da trégua, há mais de três semanas.
  • O período de interrupção de ataques foi citado após o governo dizer que o cessar-fogo teria sido suficiente para encerrar o conflito para o registro do Congresso.
  • O professor de relações internacionais Leonardo Trevisan diz que o Congresso americano não está dócil com a guerra do Irã, e que a maioria na Câmara pode mudar de ideia com pressão das bases.
  • Mesmo com o acordo, Trevisan aponta que o conflito no Oriente Médio continua e que a decisão sobre o assunto pode ser retomada pela Justiça ou pelo Congresso.

O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, iniciado no início de abril, foi afirmado por um alto funcionário do governo de Donald Trump como encerrando as hostilidades para fins da resolução sobre poderes de guerra no Congresso. Segundo ele, as ações ofensivas teriam cessado desde o sábado anterior, 28 de fevereiro, quando a trégua foi anunciada.

A autoridade afirma que, para efeitos da resolução sobre poderes de guerra, as hostilidades entre Washington e Teerã teriam terminado. Não houve troca de tiros entre as Forças Armadas dos dois países desde o início da trégua, já há mais de três semanas, segundo a mesma fonte.

Contexto político

Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, sustenta que o Congresso não está alinhado com a linha de guerra contra o Irã. Embora haja apoio suficiente na Câmara, a diferença é pequena e pode mudar com pressões das bases, influenciando votações futuras.

Trevisan acrescenta que o conflito no Oriente Médio continua mesmo após a interrupção de ataques declarada para 8 de abril. Segundo ele, a situação exige nova deliberação judicial para determinar próximos passos.

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