- Denny Adán González, cubano de 33 anos, morreu dentro do Stewart detention center, em Lumpkin, Geórgia, tido como suicídio em investigação pelo ICE.
- A morte ocorreu em uma instalação privada administrada pela CoreCivic; o ICE informou que González foi encontrado não responsivo e falecido minutos depois, com o óbito registrado por volta das 23h11 de terça-feira.
- González já havia sido deportado em 2020 e reentrado nos Estados Unidos em 2022; estava detido desde janeiro deste ano após prisão em dezembro por suposto ataque a uma mulher e violência doméstica.
- A morte de González é o 18º falecimento de alguém sob custódia do ICE neste ano de 2026; ele é a quarta pessoa a morrer por suicídio no Stewart detention center.
- O DHS foi, até o momento, solicitado a comentar; o ICE confirmou a investigação e a alegação de suicídio como causa suspeita.
Um imigrante cubano morreu em um centro de detenção de imigração na Geórgia na última semana, segundo uma notificação enviada ao Congresso na sexta-feira e obtida pela imprensa. A morte é investigada como possível suicídio.
Denny Adán González, 33 anos, foi identificado pelas autoridades como a pessoa falecida. O incidente ocorreu no Stewart Detention Center, operado pela empresa privada CoreCivic, em Lumpkin, Georgia.
A CoreCivic informou, em nota, que na noite de terça-feira por volta das 22h26 alguém no local acionou uma emergência médica ao encontrar o residente desacordado em sua área de convivência. Os serviços de emergência chegaram, mas a pessoa já havia falecido.
Conforme a notificação ao Congresso, a causa suspeita é suicídio, mas a conclusão oficial segue em investigação. González foi declarado morto às 23h11 da mesma noite.
Este é o 18º óbito de alguém sob custódia do ICE neste ano. O ICE é o órgão responsável pela aplicação das políticas de imigração do governo norte-americano.
Segundo a notificação, González havia sido deportado em 2020, mas retornou aos EUA em 2022. Ele estava detido desde janeiro deste ano, após ser preso em dezembro do ano anterior por suposto ataque a uma mulher e violência doméstica.
Não houve resposta imediata solicitada ao Departamento de Segurança Interna, órgão-mãe do ICE, para comentar o caso. O DHS gere o ICE e acompanha investigações oficiais.
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