- O Itamaraty, em nota conjunta com a Espanha, chamou de sequestro a detenção de dois cidadãos em águas internacionais por parte de Israel.
- Brasil e Espanha exigiram o retorno imediato dos seus cidadãos, com garantias de segurança para ambos, após a interceptação da flotilha Global SUMUD.
- Os ativistas detidos são o brasileiro Thiago Ávila e o espanhol Saif Abukeshek; eles foram interceptados pelas Forças de Defesa de Israel próximo à Grécia e enviados para território israelense.
- Israel disse, sem apresentar provas, que o Hamas estaria por trás da flotilha; 175 pessoas teriam sido capturadas durante a operação.
- Vários países, incluindo Brasil, Espanha, Turquia, Bangladesh, Colômbia, Jordânia, Líbia, Malásia, Maldivas, Mauritânia, Paquistão e África do Sul, condenaram a ação e pediram respeito ao direito internacional.
O Itamaraty, em nota conjunta com a Espanha, condenou a detenção de dois cidadãos após uma ação das Forças de Defesa de Israel contra barcos da flotilha Global SUMUD, que buscava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A operação ocorreu em águas internacionais, próximo à Grécia.
A nota afirma que o sequestro de brasileiros e espanhóis ocorreu de forma ilegal, fora da jurisdição de Israel, violando o direito internacional. Brasil e Espanha exigem o retorno imediato de seus cidadãos com garantias de segurança.
Segundo a Global SUMUD Flotilla, os ativistas detidos são Thiago Avila, brasileiro, e Saif Abukeshek, espanhol. Ambos não foram liberados e foram encaminhados a território israelense. Avila já teve passagens anteriores pelas FDI.
O governo israelense informou que cerca de 175 pessoas foram capturadas na operação. Sem apresentar provas, Israel atribuiu aos palestinos o papel de terceiros na flotilha, alegando intenção de sabotar planos na região.
A declaração conjunta de Brasil, Espanha e outros países condenou o ataque às embarcações e a detenção de civis em águas internacionais. A nota destaca preocupação com a segurança dos ativistas e a violação do direito humanitário.
Além de Brasil e Espanha, diferentes países—entre eles Turquia, Indonésia, Paquistão e África do Sul—assinaram o comunicado de condenação, reafirmando a necessidade de proteção a civis e de soluções diplomáticas para o conflito.
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