- Centenas de manifestantes se reuniram no centro de Istambul para o dia do trabalho, em meio a confrontos com a polícia que impediu a marcha até a Praça Taksim.
- Grupos de esquerda pretendiam seguir de Mecidiyekoy até Taksim, mas a polícia formou linha com caminhões e canhões de água para impedir a passagem.
- A polícia também utilizou gás lacrimogêneo e fechou ruas principais para controlar a movimentação; o dia do trabalho é feriado nacional na Turquia.
- A maioria dos manifestantes foi liberada, mas dezenas foram detidas.
- A proibição de manifestações no Taksim, vigente há mais de uma década, levou a protestos em outras áreas da cidade.
No Dia do Trabalho, manifestações em Istambul terminaram com confrontos entre policiais e grupos de esquerda. Centenas de pessoas se reuniram no centro da cidade para comemorar a data, mas a passagem até a Praça Taksim foi impedida pela intervenção policial.
A polícia montou barricadas e formou uma linha com caminhões de água e equipes de intervenção para evitar que os manifestantes chegassem à Taksim. A área de Mecidiyekoy foi o ponto de concentração dos marchantes, que pretendiam seguir em direção à praça.
O feriado nacional na Turquia motivou diferentes organizações a se mobilizarem, embora haja restrições históricas a manifestações no local. Além do uso de gás lacrimogênio, agentes perseguiram pequenos agrupamentos pela cidade, com várias ruas fechadas ao trânsito.
Entre os participantes, houve relatos de violência em confrontos anteriores durante o dia, com alguns manifestantes feridos. Ao final do protesto, a maioria foi liberada, mas dezenas de pessoas foram detidas pela polícia.
A maior parte das vias centrais permaneceu com movimento limitado ao longo da tarde, mantendo a presença de policiamento intenso em pontos de acesso e controle. A polícia não detalhou números oficiais de detenções ou de feridos.
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