- Trump afirmou que não está satisfeito com o Irã após conversas por telefone e negociações bilaterais em busca de paz, mencionando que o governo iraniano está muito fragmentado.
- Disse que estavam próximos de um acordo, mas uma ala que apoia armas nucleares entrou na conversa, levando a discordâncias entre os históricos grupos de liderança do Irã.
- Reiterou que, apesar das dificuldades, todos os grupos pretendem um acordo, mas com demandas conflitantes com os termos propostos pelos EUA.
- Afirmou que o bloqueio do estreito de Ormuz funciona e continuará em vigor, e que abandonar o Irã agora atrasaria a reconstrução do país por mais de vinte anos.
- Criticou a Itália e a Espanha por posições consideradas pró-Teerã e deixou aberta a possibilidade de participar da próxima reunião do G7.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não está satisfeito com o Irã após ligações com a liderança persa e negociações bilaterais em busca de um acordo de paz. Ele disse que o diálogo estava próximo de um acordo antes de divergências internas surgirem.
Trump afirmou que o Irã está fragmentado e que líderes diferentes não conseguem se entender. Segundo ele, há discordâncias entre alas que apoiam armas nucleares e outros setores, o que dificulta o consenso sobre um acordo.
O líder norte-americano reiterou que, apesar das dificuldades, acredita que há interesse de diversos grupos iranianos em um acordo. Ao mesmo tempo, manteve a postura de que as opções entre destruição ou acordo continuam em aberto.
Sobre a situação militar dos EUA, Trump disse que o país possui estoques de mísseis e que as forças armadas estão em boas condições. Afirmou ainda que o bloqueio do estreito de Ormuz tem funcionamento observado.
Trump mencionou que, se o Irã recuasse, levaria décadas para reconstruir o país. Não comentou se há planos de novos ataques contra Teerã e questionou por que diria algo sobre esse tema.
O presidente criticou ainda a Itália e a Espanha, dizendo não concordar com o posicionamento dos dois países em relação à guerra no Irã, acusando-os de favorecer a obtenção de armas nucleares por Teerã.
Apesar das divergências, Trump sinalizou presença na próxima reunião do G7, sem detalhar datas ou formatos.
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