- Trump afirma que a resolução sobre poderes de guerra é inconstitucional, mas envia carta ao Congresso para manter o Congresso plenamente informado e cumprir a lei.
- A carta foi enviada ao presidente da Câmara, Mike Johnson, e ao presidente pro tempore do Senado, Chuck Grassley, e sustenta que hostilidades com o Irã teriam terminado.
- Segundo o documento, o cessar-fogo de duas semanas começou em 28 de fevereiro de 2026 e foi estendido; desde sete de abril de 2026 não houve troca de tiros entre EUA e Irã.
- A comunicação registra mudanças na postura dos Estados Unidos em relação ao Irã como parte dos esforços para manter o Congresso informado, conforme a Resolução de Poderes de Guerra.
- O Departamento de Defesa continuará a atualizar a postura de forças para enfrentar a ameaça iraniana quando necessário, sem indicar nova autorização do Congresso; há discussão sobre se já se cumpriram os cinquenta dias, já que o cessar-fogo interrompeu ações militares.
O presidente Donald Trump enviou uma carta ao Congresso nesta sexta-feira, 1º de maio, sobre os poderes de guerra dos Estados Unidos. O documento afirma que a resolução de poderes de guerra é inconstitucional, mas busca manter o Congresso plenamente informado, em cumprimento à lei vigente.
Trump sustenta que as hostilidades com o Irã, iniciadas em 28 de fevereiro de 2026, teriam terminado após um cessar-fogo declarado em 7 de abril de 2026. Segundo a carta, o cessar-fogo de duas semanas foi ampliado e não houve troca de tiros entre EUA e Irã desde então.
A mensagem foi enviada ao presidente da Câmara, Mike Johnson, e ao presidente pro tempore do Senado, Chuck Grassley. O objetivo é comunicar mudanças na postura dos EUA em relação ao Irã, conforme a Resolução de Poderes de Guerra.
Na carta, o Departamento de Defesa é instruído a manter a atualização da postura de forças diante da suposta ameaça iraniana, reiterando que as ações continuarão “quando necessário e apropriado”.
A discussão gira em torno do marco temporal de 60 dias previsto pela lei. Enquanto alguns entendem que esse período já venceu, outros argumentam que o cessar-fogo interrompeu as ações militares, o que não contaria para o cálculo.
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