- Um homem de 36 anos foi preso em Jerusalém na quarta-feira, 29, após atacar uma freira francesa no dia anterior, no Monte Sião; a polícia divulgou imagens do ataque.
- No vídeo, a agressão envolve empurrão, queda e chutes contra a religiosa de 48 anos, que sofreu ferimentos no rosto; o suspeito foi detido poucas horas depois.
- O Ministério das Relações Exteriores de Israel classificou o ato como “vergonhoso” e informou que investiga a agressão com motivação racista.
- O consulado francês condenou o ataque e pediu que o autor seja levado à justiça; a Universidade Hebraica expressou solidariedade à parceira acadêmica.
- Autoridades apontam aumento de hostilidade contra a comunidade cristã em Jerusalém, conforme relatório de 2025 do Rossing Center, ligado à polarização e ao ultranacionalismo.
Um homem de 36 anos foi preso na quarta-feira 29, após atacar uma freira francesa em Jerusalém no dia anterior. O ataque ocorreu no Monte Sião, próximo ao Túmulo do Rei Davi, e foi classificado como vergonhoso pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel.
A polícia divulgou imagens que mostram o momento em que o agressor persegue a religiosa de 48 anos, a empurra ao chão e a agride com chutes. A vítima sofreu ferimentos no rosto. O suspeito foi detido horas depois do ataque e será investigado por agressão com motivação racista.
Conduta policial e resposta oficial
A Polícia de Israel informou que trata com seriedade qualquer ataque contra membros do clero e comunidades religiosas, adotando uma política de tolerância zero contra violência. O comunicado reforça o compromisso de proteger comunidades e responsabilizar os responsáveis.
Repercussões internacionais e acadêmicas
O consulado francês condenou o ato e pediu que o agressor seja levado à justiça. O padre Olivier Poquillon, diretor da Escola Francesa de Pesquisa Bíblica e Arqueológica de Jerusalém, afirmou que a freira é pesquisadora da instituição. A Universidade Hebraica de Jerusalém expressou solidariedade à parceira acadêmica.
Contexto e monitoramento
A universidade regional ressaltou que o ocorrido não é isolado, mas parte de um padrão de hostilidade crescente contra a comunidade cristã e seus símbolos. Um relatório do Rossing Center aponta aumento da animosidade contra o cristianismo na Cidade Velha, associado a polarização política ultranacionalista.
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