- A Otan e o governo da Alemanha reagiram à decisão dos EUA de retirar 5 mil soldados da Alemanha, anunciada pelo Pentágono na sexta-feira.
- A Otan afirmou que trabalha com os EUA para entender os detalhes da retirada e manteve confiança na dissuasão e na defesa, destacando uma Europa mais forte e uma Otan mais robusta.
- O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse que a retirada era esperada e pode estimular países europeus a reforçar suas próprias capacidades militares; afirmou que os EUA usam bases na Alemanha para ações estratégicas, incluindo na África e no Oriente Médio.
- Pistorius acrescentou que a Alemanha pretende ampliar investimentos nas Forças Armadas para reverter décadas de subfinanciamento do setor.
- Entre as reações, o chanceler alemão Friedrich Merz criticou a política externa dos EUA, enquanto o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, demonstrou preocupação com impactos na aliança; o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, comentou pelas redes sociais sobre o Irã.
A Otan e o governo alemão responderam neste sábado à decisão dos Estados Unidos de retirar 5 mil militares da base na Alemanha. A medida ocorre em meio a tensões entre Washington e aliados europeus e envolve impactos estratégicos na região.
A Otan informou que trabalha com os EUA para entender os detalhes da decisão do presidente Donald Trump. A porta-voz Allison Hart ressaltou que a aliança mantém confiança em sua capacidade de dissuasão e defesa, apontando para uma Europa mais fortalecida pela cooperação transatlântica.
O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, disse que a retirada já era prevista e pode estimular países europeus a reforçar suas próprias capacidades militares. Ele citou bases americanas na Alemanha como suporte a operações estratégicas, incluindo ações na África e no Oriente Médio, com menção ao Irã.
O anúncio de retirada foi feito peloPentágono na sexta-feira e envolve a maior base americana na Europa. A medida acontece após atritos diplomáticos e disputas comerciais entre os EUA e países europeus, com foco em política externa e segurança.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, criticou a política externa dos EUA e questionou a estratégia em relação ao Irã, afirmando que Washington não apresenta uma estratégia clara. Merz também afirmou que o Irã tem influenciado o relacionamento transatlântico.
O primeiro-ministro polonês Donald Tusk expressou preocupação com os impactos da decisão na aliança. Tusk afirmou que o principal risco é a desintegração interna da OTAN e pediu esforço conjunto para reverter esse quadro.
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