- Estados Unidos alertaram que empresas de transporte marítimo podem sofrer sanções se pagarem taxas ao Irã para atravessar o estreito de Ormuz.
- O alerta do Office of Foreign Assets Control (OFAC) detalha que pagamentos podem ocorrer por meio de diversas formas, incluindo ativos digitais, doações ou pagamentos em embaixadas iranianas.
- O Irã fechou o canal marítimo após ataques e ameaças, oferecendo passagem segura por rotas alternativas próximas à costa, cobrando taxas em alguns casos.
- Em resposta, o governo dos EUA implementou um bloqueio naval e cerca de 45 navios comerciais foram instruídos a retornar, para impedir a saída de petroleiros iranianos.
- Enquanto isso, o presidente Donald Trump rejeitou rapidamente a mais recente proposta iraniana para encerrar o conflito, mantendo negociações com Paquistão e aliados internacionais.
Os Estados Unidos alertaram empresas de transporte marítimo de que poderão enfrentar sanções se aceitarem pagar taxas ao Irã para atravessar o estreito de Ormuz, em segurança. O aviso foi divulgado pelo Ofac nesta sexta-feira (1º).
Segundo o Ofac, o pagamento pode ocorrer de diversas formas, não apenas em dinheiro. Ativos digitais, compensações, trocas informais ou doações a instituições iranianas também podem configurar violação de sanções.
Contexto: o Irã fechou o estreito em retaliação às ações dos EUA e de Israel. Em seguida, passou a permitir passagem por rotas alternativas próximas à costa, cobrando taxas em certos casos, para manter fluxo de comércio limitado.
Sanções e impactos
Navios que pagarem pedágio ou garantirem passagem podem ficar sujeitos a medidas restritivas dos EUA, com exposição a multas e bloqueios.
Desdobramentos internacionais
O bloqueio afeta o período de crise entre EUA e Irã, pressionando preços globais de petróleo e elevando tensões na região, enquanto negociações diplomáticas seguem de forma intermitente.
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