- Trump afirmou, em evento na Flórida no dia 1º de maio de 2026, que os EUA poderiam assumir o controle de Cuba após encerrar o conflito com o Irã.
- A declaração foi interpretada por veículos de imprensa como brincadeira, e ele mencionou enviar o USS Abraham Lincoln para ficar próximo a Cuba quando voltasse do Irã.
- No mesmo dia, Trump assinou uma ordem executiva que amplia sanções contra o governo cubano, mirando pessoas, entidades e afiliados que apoiam a segurança de Cuba ou violações de direitos humanos.
- A ordem autoriza sanções secundárias, permitindo punir terceiros por negociações com os alvos das restrições.
- No início de 2026, os EUA já haviam imposto sanções adicionais a Cuba, suspenderam exportações de petróleo venezuelano e ameaçaram tarifas a países que enviassem petróleo para Cuba; o México interrompeu envios sob pressão. Cuba afirma que não negocia seu modelo socialista.
Donald Trump disse durante um evento na Flórida que os Estados Unidos poderiam assumir o controle de Cuba logo após encerrar o conflito com o Irã. A fala provocou interpretações de que seria uma brincadeira, segundo veículos de imprensa norte-americanos.
O presidente afirmou que enviaria o USS Abraham Lincoln para se posicionar próximo ao litoral de Cuba ao retornar do Irã. Ele ressaltou que prefere concluir primeiro as operações no Oriente Médio e que “vamos terminar uma coisa” antes.
No mesmo dia, Trump assinou uma ordem executiva que amplia sanções contra o governo cubano. A medida mira pessoas, entidades e afiliados que apoiam o aparato de segurança de Cuba ou que seriam cúmplices de corrupção ou violações de direitos humanos.
A nova ordem autoriza sanções secundárias contra terceiros que realizem transações com os alvos das restrições, ampliando o alcance das penalidades para atividades relacionadas a Cuba.
No início de 2026, os EUA já tinham imposto medidas adicionais a Cuba, incluindo suspensão de exportações de petróleo venezuelano. A Casa Branca também ameaçou tarifas a países que vendessem petróleo bruto à ilha, o que levou o México a suspender embarques.
A escassez de combustível contribuiu para apagões em Cuba e fez empresas aéreas internacionais reduzirem voos. O governo cubano mantém posição de que o modelo socialista não está aberto a negociações, enquanto os EUA exigem reformas econômicas, indenizações por propriedades expropriadas e eleições livres.
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