- O Rei Charles III e a Rainha Camilla estão em visita oficial à Casa Branca, Washington, com o presidente Donald Trump como anfitrião, em abril de 2026.
- Foi revelado que Charles e Trump seriam primos distantes, ligados por uma linha genealógica que remonta ao século XVI, via o III Conde de Lennox, John Stewart.
- Segundo fontes, Charles ficou enojado com a notícia da ligação familiar, principalmente por discordar de várias posições e comportamentos de Trump.
- Historiadores destacam que laços genealógicos entre clãs escoceses são comuns, principalmente entre a nobreza europeia e migrantes para a América.
- Durante a viagem, Charles e Camilla participaram de um chá na embaixada britânica de Washington, reunindo cerca de 600 convidados, em meio à nova ênfase em uma relação transatlântica de longa data.
O Rei Charles III e a Rainha Consorte Camilla visitam Washington, DC, para uma audiência oficial na Casa Branca, com Donald Trump como anfitrião. A agenda ocorre em meio a ajustes na relação entre Reino Unido e EUA, recentemente descrita como de longa data.
Durante a viagem, o casal britânico reuniu-se com autoridades e participou de encontros oficiais, incluindo um chá na embaixada britânica de Washington com cerca de 600 convidados. A cerimônia refletiu o protocolo cerimonial da monarquia.
A revelação de que Charles e Trump seriam primos distantes ganhou repercussão. Segundo fontes do Radar Online, o monarca teria ficado enojado com a notícia, ainda que reconheça o humor de ter um parente próximo de um líder que ele discorda.
Liga genealógica e contexto histórico
A conexão entre Charles e Trump viria de uma linha de nobres escoceses, ligando-os a partir do terceiro Conde de Lennox, John Stewart, e de Jaime II. Estudiosos apontam que laços entre clãs escoceses são comuns em linhagens europeias.
Outra linha de estudo mostra que Trump, por via materna, estaria conectado à casa de Windsor, o que explicaria a proximidade familiar entre ambos, ainda que em gerações distantes. Combina-se com migrações aos EUA nos séculos 18 e 19.
Trump já elogiou publicamente a Família Real, descrevendo Charles como “bom” e como um guerreiro, além de mencionar uma boa relação com a falecida Elizabeth II, em relatos que geram controvérsia sobre a veracidade dessas avaliações.
Desenvolvimento da visita e impactos
Durante o encontro na Casa Branca, o tom oficial mostrou ênfase na cooperação transatlântica, com foco em relações diplomáticas e temas de interesse mútuo. A agenda enfatizou continuidade de laços entre as nações, mesmo com críticas à política externa de Trump.
A visita ocorreu em momento de mudança retórica entre os dois países, com oficiais britânicos afastando a ideia de uma “relação especial” para uma “relação de longa data”. O objetivo foi reforçar a parceria estratégica.
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