- O Irã pediu apoio de Omã e da Alemanha para o plano de paz que encerra as hostilidades com os EUA, mediado pelo Paquistão, e divulgado na última sexta-feira.
- O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, manteve consultas com o ministro de Omã, Badr Al-Busaidi, e com o chanceler alemão, Heiko Maas, detalhando as iniciativas iranianas via Telegram.
- Omã é visto como mediador estratégico, com Araghchi defendendo a necessidade de estabilizar a região e reduzir tensões, enquanto aguardam posição oficial da Casa Branca sobre o plano.
- Segundo Kazem Gharibabadi, o vice-ministro iraniano para Assuntos Internacionais, a proposta enviada aos EUA visa garantir a segurança e os interesses nacionais do Irã, estando o país aberto à via diplomática ou à continuidade do confronto, caso Washington opte pelo conflito.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai revisar o documento, mas demonstrou ceticismo quanto à aceitação no momento, dizendo que o Irã ainda não pagou um preço adequado.
O Irã intensificou a busca por apoio internacional para seu plano de paz com os EUA, promovendo consultas com Omã e Alemanha. O chanceler Abbas Araghchi reuniu-se com o ministro omanense Badr Al-Busaidi e com o chanceler alemão Heiko Maas. Em comunicado pelo Telegram, ele detalhou as iniciativas iranianas para encerrar a chamada “guerra imposta”.
O movimento ocorre menos de 24 horas depois de o Irã confirmar ter apresentado um plano para o fim definitivo das hostilidades, mediado pelo governo paquistanês. O governo iraniano afirma buscar segurança e interesses nacionais por meio de canais diplomáticos.
Araghchi afirmou que o diálogo com Omã é estratégico, por histórico papel do país como mediador entre Teerã e o Ocidente. Além disso, as autoridades iranianas aguardam resposta oficial da Casa Branca sobre os pontos do plano de paz.
Kazem Gharibabadi, vice-ministro do Irã, explicou que a proposta enviada aos EUA visa assegurar a segurança do Irã. O país também sinaliza disposição para manter o confronto caso Washington decida pela continuidade de ações conflitantes.
Trump comentou a propostas nas redes sociais, dizendo que vai analisar o documento, mas demonstrou ceticismo quanto à aceitação dos termos no momento. Ele afirmou que não acredita que o plano seja aceitável sem um custo considerado adequado pelo Irã.
Entre na conversa da comunidade