- Bombardeios israelenses desde o início do cessar-fogo, em 10 de outubro do ano passado, deixaram 830 mortos em Gaza; 767 corpos foram retirados dos escombros.
- Autoridades de saúde indicam que, desde outubro de 2023, a guerra causou 72.610 mortes e 172.448 feridos em Gaza.
- Nas últimas 24 horas, dois mortos e três feridos foram registrados; equipes médicas relatam que várias vítimas seguem presas sob escombros devido às condições no local.
- A Al Jazeera aponta violações do cessar-fogo por ataques quase diários e a crise humanitária permanece, com restrições ao fornecimento de alimentos e medicamentos.
- O Gabinete de Imprensa do Governo de Gaza contestou alegação de Nickolay Mladenov sobre 602 caminhões de ajuda: entraram 207 caminhões, sendo 79 com ajuda humanitária.
O bombardeio israelense em Gaza deixou 830 mortos desde o início do cessar-fogo em 10 de outubro de 2025. Ao todo, 767 corpos foram recuperados dos escombros, segundo a agência palestina Wafa.
Autoridades de saúde locais informam que hospitais registraram duas mortes e três feridos nas últimas 24 horas. Desde outubro de 2023, a ofensiva já causou 72.610 mortes e 172.448 feridos.
Abrigo para vítimas permanece precário: equipes relatam que várias pessoas seguem presas sob escombros e em vias, com ambulâncias sem condições de chegar aos locais por conta das estradas e da infraestrutura danificada.
Desdobramentos da crise humanitária
Segundo a rede Al Jazeera, Israel teria violado o cessar-fogo milhares de vezes desde outubro do ano passado, com ataques quase diários. A crise de abastecimento de alimentos e remédios persiste na região.
O Gabinete de Imprensa do Governo de Gaza contestou declarações do enviado do Conselho de Paz, Nickolay Mladenov, sobre a passagem de 602 caminhões de ajuda em um único dia. A defesa municipal informou que apenas 207 caminhões entraram, sendo 79 com itens de assistência.
Entre na conversa da comunidade