- O papa Leão XIV lamentou que a liberdade de imprensa seja violada com frequência no mundo, durante a recitação da Regina Coeli no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.
- O Pontífice destacou que há violações, às vezes de forma flagrante e outras veladas, e lembrou jornalistas vítimas de guerra e violência.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacou nas redes sociais que a liberdade de imprensa é pilar da democracia e que a União Europeia protege o jornalismo independente.
- O ministro Adolfo Urso afirmou que proteger profissionais da comunicação é dever moral e compromisso concreto, ressaltando a imprensa como pilar essencial da democracia.
O papa Leão XIV, em pleno Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, afirmou que a liberdade de imprensa é violada com frequência no mundo. A declaração foi feita durante a recitação da Regina Coeli, no Vaticano, no domingo, 3 de maio. O pontífice destacou que o direito à informação é essencial para a democracia.
Segundo o líder da Igreja Católica, as violações ocorrem de forma
flagrante ou velada, e muitos jornalistas têm sido vítimas de guerras e de violência. A fala reforça a defesa da imprensa livre em momentos de restrições e censuras globais.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, publicou mensagem sobre a data, ressaltando a proteção do direito a informações independentes. Ela afirmou que a UE apoia jornalistas para que possam trabalhar sem pressões ou danos.
O ministro Adolfo Urso, da Itália, reforçou o compromisso com a proteção dos profissionais da comunicação. Em declaração, afirmou que a imprensa é pilar essencial da democracia e que protegê-la é dever moral e concreto.
Reações internacionais
- Ursula von der Leyen: destacou o papel da imprensa como pilar da democracia e a necessidade de proteção aos jornalistas.
- Adolfo Urso: afirmou que proteger a imprensa é um compromisso institucional e fundamental para o funcionamento democrático.
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