- Republicanos influentes do Congresso passam a pressionar por condições e calendário de retirada da guerra no Irã, apesar de ainda apoiar parcialmente a ofensiva.
- O prazo legal para o Congresso autorizar a continuação da guerra venceu em 1º de maio, e o presidente Donald Trump se recusou a pedir autorização.
- A senadora Susan Collins, após mudar de posição, votou pela primeira vez com o Partido Democrata para encerrar a guerra, mas a medida falhou; a senadora Lisa Murkowski ameaça levar o tema a voto com exigências de critérios de saída.
- O Senado pode discutir uma autorização para a guerra que exija métricas de sucesso, notificação de mudanças de objetivos e critérios de saída, elevando o escrutínio sobre a atuação da Casa Branca.
- Trump afirmou que, desde 7 de abril, não houve troca de tiros entre as forças dos EUA e o Irã, mas alguns republicanos contestam a leitura legal da autorização necessária para a continuidade do conflito.
O Partido Republicano começa a pressionar para encerrar a guerra no Irã, diante de custos elevados e insatisfação com o andamento do conflito. A ofensiva se mantém após 60 dias, sem pedido formal de autorização ao Congresso.
O episódio se desenha em meio a uma conjuntura de alta inflação e preços de combustíveis, que aperta o eleitorado. Líderanças do partido ainda apoiam a ofensiva, mas a paciência diminui entre membros-chave.
O Congresso recebe sinais de ceticismo, com senadores temendo um custo billonário e a falta de metas claras para saída. A recusa de Trump em pedir autorização reforça o dilema entre autoridades e o Legislativo.
Política interna
Senadora Susan Collins alterou a posição e votou pela primeira vez com o DEM para encerrar a guerra, mas a resolução não passou. Senadora Lisa Murkowski ameaça votar para exigir critérios de saída e métricas de sucesso.
Rumos do conflito
Assessores de Trump negociam possíveis limites e condições para o fim das hostilidades. A Casa Branca sustenta que negociações continuam, porém não há clareza sobre a continuidade do cessar-fogo.
Trump informou ao Congresso que não houve troca de tiros desde 7 de abril, e declarou que as hostilidades iniciadas em 28 de fevereiro teriam encerrado, segundo sua leitura da lei vigente.
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