- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, fará uma visita oficial ao Vaticano e a Roma nesta semana, em meio a tensões com o papa Leão XIV e com a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni.
- Rubio deve se reunir com o cardeal Pietro Parolin, principal representante diplomático do Vaticano; ainda não está confirmado um encontro direto com Leão XIV.
- O Vaticano e a Itália têm observado os desdobramentos após críticas de Trump a Leão XIV e a Meloni, incluindo ataques do ex-presidente nas redes sociais.
- O papa Leão XIV tem se manifestado sobre a guerra no Irã, sem responder diretamente a Trump, e destacou que o mundo está sendo devastado por tiranos.
- Além de contatos com autoridades vaticanas, Rubio também deve conversar com ministros de Relações Exteriores e Defesa da Itália, em busca de diminuir as tensões entre os dois países; não está descartado um encontro com Meloni.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, deve visitar o Vaticano e Roma nesta semana, em meio a tensões diplomáticas com a França do papa Leão XIV e com a Itália. A viagem, anunciada pela imprensa italiana, inclui reuniões com o cardeal Pietro Parolin, principal diplomata do Vaticano, e pode incluir encontro com o próprio líder religioso, conforme agenda ainda não fechada.
Rubio participa de uma rodada de contatos para reduzir atritos entre Washington e Roma após críticas públicas do presidente Trump a Meloni e ao Vaticano. A visita ocorre pouco tempo depois de declarações de Leão XIV sobre a guerra no Irã e de mensagens de Trump que geraram repulsa entre autoridades religiosas e italianas.
Agenda em Roma e no Vaticano
Segundo relatos, o secretário de Estado deve manter conversas com ministros italianos das Relações Exteriores e da Defesa para buscar distensão. A pauta deve abordar segurança regional, atuação na área do Irã e cooperação militar entre EUA e Itália. Não há confirmação de encontro com Meloni.
Tensões envolvendo Meloni e o Irã
A relação entre Trump e Meloni ficou tensa após críticas italianas à participação de bases italianas em operações no Oriente Médio. O ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, disse não entender as acusações e destacou disposição de cooperação para proteção da navegação e estabilidade regional.
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