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Ataques com explosivos atingem igrejas na Colômbia

Onda de ataques com explosivos no sudoeste da Colômbia restringe atividades religiosas, adianta cultos e eleva o medo entre fiéis

Culto em uma igreja na Colômbia (Foto representativa: Portas Abertas)
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  • Entre 24 de abril de 2026 e 27 de abril de 2026, ao menos trinta e um ataques com explosivos atingiram o sudoeste da Colômbia, nos departamentos Cauca, Valle del Cauca e Nariño.
  • Na ação mais grave, na rodovia Pan-Americana, em Cajibío, Cauca, explosão deixou pelo menos vinte mortos e mais de quarenta e oito feridos, incluindo menores.
  • Horas antes, um drone carregado com explosivos danificou um radar aéreo na mesma região.
  • Autoridades atribuem os ataques a grupos armados dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), ocorrendo semanas antes das eleições presidenciais.
  • O impacto atingiu as igrejas e líderes cristãos, com restrição de circulação, ajustes no horário de cultos e, em alguns locais, fechamento de portas por segurança.

Entre sexta-feira, 24 de abril de 2026, e segunda-feira, 27, ao menos 31 ataques com explosivos atingiram o Sudoeste da Colômbia. Os ataques ocorreram nos departamentos de Cauca, Valle del Cauca e Nariño, atingindo forças de segurança, infraestrutura e civis. As ações provocaram mortes, feridos e restrições de mobilidade.

O episódio mais grave ocorreu na rodovia Pan-Americana, em Cajibío (Cauca). Uma explosão matou ao menos 20 pessoas e deixou mais de 48 feridos, incluindo menores de idade. Horas antes, um drone com explosivos danificou um radar aéreo na mesma região. Outros ataques deixaram diversas pessoas feridas, entre moradores locais.

As autoridades atribuem a onda de violência a grupos armados dissidentes das FARC. Os ataques ocorrem semanas antes das eleições presidenciais, aumentando a apreensão com a segurança da população civil.

Contexto e impactos na igreja

A violência afeta diretamente a vida das igrejas locais. Segundo Saulo, pastor e voluntário da Portas Abertas na Colômbia, o clima de insegurança levou comunidades a adotar medidas de precaução extremas. O temor reduziu circulação e manteve fiéis em casa.

Algumas igrejas precisaram adaptar horários de culto. Em áreas rurais mais vulneráveis, houve congregações que optaram por não abrir as portas. O risco é considerado permanente por líderes religiosos da região.

Responsáveis e consequências políticas

No início de abril, uma ameaça de bomba bloqueou uma estrada enquanto jovens cristãos retornavam de um acampamento. Em diversas áreas, líderes enfrentam restrições para entrar em comunidades, e pastores relatam pressões para influenciar votos.

A presença de grupos armados em zonas rurais reforça vigilância, medo e coerção. O cenário evidencia a vulnerabilidade da igreja local fora dos grandes centros urbanos, sem diferenças entre regiões. Fonte: Portas Abertas

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