- Emirados Árabes Unidos acusam o Irã de atacar, com dois drones, um navio petroleiro da Empresa Nacional de Petróleo de Abu Dhabi (ADNOC) que atravessava o Estreito de Ormuz; não houve vítimas.
- O governo classificou o ataque como “ataque terrorista” e pirataria, violando diretrizes do Conselho de Segurança.
- A nota afirma que o incidente ocorreu enquanto o navio tentava atravessar a passagem.
- A imprensa menciona que tensões na região aumentaram, com ataques iranianos a bases militares dos EUA e a estruturas energéticas de países do Golfo.
- Exige cessar agressões e a reabertura plena e incondicional do estreito para garantir segurança regional e o comércio global.
O governo dos Emirados Árabes Unidos condenou o que chamou de ataque do Irã a um navio petroleiro da ADNOC, ocorrido enquanto atravessava o Estreito de Ormuz na passagem marítima. Não houve vítimas.
A chancelaria afirma que a ação configura pirataria e viola diretrizes do Conselho de Segurança. A nota foi divulgada na segunda-feira, 4 de maio.
Navio da transportadora nacional ADNOC foi atingido por dois drones iranianos durante o trajeto pela passagem. O incidente foi registrado sem fatalidades.
Contexto regional
A nota aponta que atacar a navegação comercial e usar o Estreito de Ormuz como pressão econômica representa ameaça à estabilidade regional e à segurança energética global.
A declaração enfatiza a necessidade de o Irã cessar as agressões e reabrir o estreito de forma completa e incondicional, assegurando segurança para a região e para o comércio global.
Contexto do clima tenso no Golfo persa é destacado pela escalada de ataques recentes, incluindo ações contra bases militares dos EUA e infraestruturas energéticas na região.
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