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Filha da vítima de Bondi afirma que o antissemitismo passou a ser mais visível

Filha da vítima do ataque em Bondi afirma que o antisemitismo ficou exposto; comissão registra aumento da hostilidade ligado a eventos no Oriente Médio

Sheina Gutnick's father was killed while trying to stop the Bondi gunmen
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  • A filha de uma vítima do ataque em Bondi Beach testemunhou diante da comissão real australiana sobre antisemitismo, destacando que mensagens de ódio passaram a justificar que ela também fosse morta.
  • Sheina Gutnick relatou que o ataque de Hanuká, em dezembro, deixou 15 mortos; o atirador Sajid Akram foi morto pela polícia, e o segundo suspeito, Naveed Akram, ficou gravemente ferido e depois encaminhado para a prisão.
  • Gutnick descreveu como mudou o antisemitismo desde outubro de 2023, dizendo que comentários antissemíticos passaram a ser socialmente aceitáveis em público.
  • A comissão recebeu quase 7,5 mil submissões; as audiências públicas iniciaram com foco na experiência de antisemitismo entre pessoas vivas.
  • A presidente da comissão, Virginia Bell, apresentou relatório intermediário com 14 recomendações, incluindo reformas de controle de armas e ampliar a vigilância policial em eventos judaicos de alto feriado, com o objetivo de entregar o relatório final no aniversário do ataque.

A filha de uma vítima do ataque em Bondi Beach relatou, durante a comissão real australiana sobre antisemitismo, mensagens recebidas desde o tiroteio afirmando que ela também deveria ter morrido. Sheina Gutnick foi a primeira testemunha a falar.

O ataque ocorreu durante um evento de Hanucá, em dezembro, quando 15 pessoas foram mortas. O atirador Sajid Akram, 50 anos, foi morto pela polícia no local; seu filho Naveed Akram ficou gravemente ferido e posteriormente transferido para a prisão.

Gutnick, de 24 anos, afirmou ter testemunhado mudanças significativas no antisemitismo desde outubro de 2023 e explicou que o ódio se tornou mais visível publicamente. Seu pai, Reuven Morrison, morreu ao tentar impedir os atiradores arremessando objetos.

Contexto da comissão

Outra testemunha, identificada apenas como AAL, contou ter emigrado da África do Sul e declarado que a situação no país mudou tanto que considera se é o lugar para os netos. A comissão afirmou que, até a manhã de segunda, quase 7.500 envio haviam sido recebidos.

O caso abre as audiências públicas, que vão até 15 de maio, com foco na experiência de quem viveu o antisemitismo. A comissão também divulgou, na semana anterior, um relatório provisório com 14 recomendações, incluindo reformas de controle de armas e ampliando a vigilância durante eventos judaicos.

A presidente da comissão, Virginia Bell, reconheceu um aumento acentuado do antisemitismo, ligado a acontecimentos no Oriente Médio, e destacou a necessidade de entender como isso resulta em hostilidade contra judeus na Austrália. O objetivo é entregar o relatório final no aniversário do atentado.

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