- Lula deve viajar a Washington nesta semana para encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca; a data está prevista para quinta-feira, 7, mas ainda não foi confirmada pela Casa Branca.
- A informação foi publicada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão.
- o encontro foi articulado desde o fim do ano passado e combinado em janeiro; os dois já se encontraram na 47.ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático no ano passado.
- O governo brasileiro busca evitar nova tarifa sob a seção 301 da Lei de Comércio dos EUA e enviou uma comitiva para negociar em Washington.
- O tema envolve parcerias em minerais críticos e cooperação em segurança, com divergências ainda presentes, incluindo a possibilidade de designar facções criminosas como terroristas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve viajar a Washington nesta semana para se encontrar com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca. O encontro está previsto para quinta-feira, 7, ainda sem confirmação oficial pela Casa Branca. A informação foi publicada pelo Globo e rebatida pelo Estadão.
A reunião, articulada desde o fim do ano passado e combinada em janeiro após telefonema entre Lula e Trump, havia sido adiada desde março por dificuldade de definir a data. A viagem ocorre semanas antes de a agenda americana trazer novos desdobramentos.
Ainda nos preparativos, Lula tem sido alvo de críticas recentes a Trump, em meio a uma crise diplomática que incluiu expulsões de agentes policiais. O presidente brasileiro também manifestou solidariedade a Trump e Melania Trump após um atentado a jantar de correspondentes.
Desdobramentos diplomáticos e econômicos
Os EUA devem anunciar em breve um desfecho de uma investigação comercial sob a seção 301 da Lei de Comércio. O governo Lula teme reforçar tarifas sobre exportações brasileiras e busca evitar novas medidas.
Brasil e EUA discutem parcerias em minerais críticos e cooperação em segurança, porém não há acordo sobre temas sensíveis, como a possível designação de facções criminosas como terroristas, o que diverge entre as políticas de Washington e de Brasília. Uma comitiva brasileira já foi a Washington negociar tarifas e acordos.
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