- Alckmin sinaliza preparação para o encontro entre Lula e Trump em Washington, na quinta-feira (7), com pauta incluindo investimentos em datacenters, extração de terras raras e refino de minerais críticos, além do programa Redata.
- A principal orientação é fortalecer a relação Brasil–Estados Unidos e derrubar barreiras não tarifárias, considerando espaço para temas de big techs e minerais estratégicos.
- O vice-presidente destaca que há quase 4 mil empresas americanas no Brasil e ressalta a importância do acordo entre União Europeia e Mercosul como marco econômico global.
- Sobre tarifas, Alckmin critica o tarifazo e diz que os EUA têm superávit com o Brasil; ele torce para que a boa química entre Lula e Trump fortaleça a parceria.
- A respeito da indicação do advogado-geral Jorge Messias ao STF, o vice-presidente lamenta a derrota e sinaliza possibilidade de nova indicação, enfatizando a importância do diálogo.
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, adianta detalhes da preparação para o encontro entre Lula e Donald Trump em Washington, marcado para quinta-feira (7). O objetivo central é fortalecer a relação Brasil-Estados Unidos.
Segundo o vice, há espaço para tratar de temas urgentes, como investimentos em datacenters, extração de terras raras e refino de minerais estratégicos. Também há objetivos de reduzir barreiras não-tarifárias.
Alckmin destacou o programa Redata, voltado a atrair datacenters, e afirmou que o momento favorece investimentos recíprocos entre os dois países. O Brasil busca ampliar a cooperação econômica e tecnológica.
O vice-presidente comentou que as tarifas impostas pelo governo americano causam impacto, mas que o equilíbrio comercial com o Brasil é desfavorável aos Estados Unidos apenas em alguns blocos. A ideia é melhorar a relação sem antagonismos.
Sobre a pauta institucional, Alckmin comentou a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Ele reforçou a importância do diálogo entre poderes para a governabilidade.
Ainda que reconheça dificuldades recentes, o vice-presidente manteve a posição de que Lula e Trump podem fortalecer a cooperação entre democracias ocidentais, com foco em investimentos estratégicos e inovação.
Conteúdo originalmente publicado no Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico. Credita-se a fontes oficiais e comunicados oficiais.
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