- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o PIX é um sucesso e defendeu seu uso por Lula no encontro com o presidente Donald Trump, em Washington.
- Lula e Trump vão se encontrar em reunião bilateral nesta quinta-feira, com a presença de Alckmin.
- Nos Estados Unidos, há apuração sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, com foco nas políticas brasileiras envolvendo o PIX e o setor de etanol.
- A Seção 301 pode permitir ações unilaterais, incluindo tarifas sobre exportações brasileiras, conforme histórico da ferramenta.
- O encontro ocorre em meio a tensões diplomáticas recentes, como a detenção do ex-deputado Alexandre Ramagem pelo ICE e a retaliação de Lula com a expulsão de um agente americano.
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, antecipou a defesa do Pix por Lula no encontro com Donald Trump em Washington, marcado para quinta-feira. A previsão é que o presidente brasileiro defenda o uso do sistema de pagamentos instantâneos durante a reunião bilateral.
O encontro entre Lula e Trump ocorre em Washington, com a presença de Alckmin como representante brasileiro. A agenda envolve temas econômicos e tecnológicos, com foco na continuidade de cooperação entre os dois países.
A administração Trump investiga o Brasil sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Entre os alvos estão políticas sobre o Pix e o setor de etanol, considerados barreiras ao acesso de exportadores americanos. A Seção 301 autoriza ações unilaterais, incluindo tarifas.
O cenário diplomático fica ainda mais tenso pelos desdobramentos recentes envolvendo autoridades brasileiras e americanas. No ano passado houve uma detenção de um ex-deputado federal brasileiro pelo ICE, em território americano, gerando descontentamento entre governos.
Em resposta, o Brasil adotou medidas recíprocas, expulsando um agente americano ligado ao caso. A posição de reciprocity atua como fator de pressão em negociações bilaterais que devem pautar a conversa entre Lula e Trump.
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