- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que a Operação Liberdade é defensiva e que os EUA só atiram se forem atacados.
- Rubio disse que o Irã colocaria minas em Ormuz, o que, segundo ele, não tem respaldo no direito internacional, e que dois navios já passaram pelo estreito sob supervisão americana.
- O objetivo é criar uma bolha de proteção em Ormuz, com os oficiais ressaltando que ninguém concordaria com o fechamento do estreito proposto pelo Irã.
- Diplomatas americanos Steve Witkoff e Jared Kushner estariam trabalhando em uma solução diplomática; o Irã precisaria retornar às negociações e aceitar os termos propostos.
- O governo informou que levará a questão ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas para responsabilizar o Irã por ações em águas internacionais; a Operação Fúria Épica, iniciada em vinte e oito de fevereiro, foi encerrada, focando na liberação do estreito.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira 5 que os militares responderão a qualquer ataque do Irã às embarcações que estão sendo escoltadas no estreito de Ormuz. A operação, chamada Liberdade, é descrita como defensiva.
Rubio destacou que a missão não lança ataques preventivos. Caso haja ataque aos navios, as forças americanas deverão reagir. O objetivo é manter uma bolha de proteção em Ormuz e evitar que o estreito seja utilizado como arma.
O chefe da diplomacia americana também citou a suposta atuação de minas no trânsito marítimo, afirmando que isso não tem respaldo no direito internacional. Dois navios teriam atravessado o estreito sob supervisão dos EUA, segundo o ministro.
Diplomacia e próximos passos
Rubio disse que há espaço para solução diplomática com o Irã, ressaltando que enviados americanos trabalham em uma negociação. Os termos propostos devem ser aceitos para retornar à mesa de diálogos.
O secretário afirmou ainda que o Irã pode manter um programa nuclear civil sem enriquecer urânio em excesso. Segundo ele, a fase de Operação Fúria Épica, iniciada em 28 de fevereiro, foi encerrada e o foco agora é a liberação de Ormuz.
Rubio informou que o Brasil pretende levar a questão ao Conselho de Segurança da ONU para responsabilizar o Irã pelas ações em águas internacionais. A posição norte-americana permanece na linha de defesa de vias marítimas internacionais.
A administração norte-americana sustenta que a liberação do estreito é essencial para o comércio global e para a segurança de navios de várias nações. A cooperação com aliados continua sob observação internacional.
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