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Funcionária da ONU agride atendente de McDonald’s e é afastada

Funcionária do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime é afastada após agredir atendente de McDonald’s em Brasília; caso é investigado pelo Ministério Público e pelo Serviço de Supervisão Interna

Agressão teria sido causada por um erro no lanche da suspeita
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  • Funcionária do UNODC, Huíla Borges Klanovichs, 35 anos, foi afastada após agredir atendente de McDonald’s em drive-thru no bairro Asa Norte, em Brasília, na sexta-feira, 1 de maio de 2026.
  • A Polícia Civil do Distrito Federal registrou denúncia de lesão corporal sobre o caso.
  • Segundo as informações, a cliente pediu sem cebola, recebeu outro lanche com cebola e, após exigir desculpas, iniciou as agresões ao ser recusada.
  • A agressão foi filmada por câmeras do local; o caso tramita no Ministério Público, com possibilidade de acordo entre as partes.
  • O UNODC afirmou repudiar o incidente, informou que o caso será investigado pela Organização das Nações Unidas via o Escritório de Serviços de Supervisão Interna (OIOS) e que a funcionária está em licença até desdobramentos.

Uma funcionária do UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime) foi afastada após agredir uma atendente de uma unidade do McDonald’s no bairro Asa Norte, em Brasília, na sexta-feira passada (1º de maio de 2026). A agressão ocorreu no drive-thru da unidade.

A vítima foi a atendente, que registrou uma ocorrência de lesão corporal na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A suspeita tem 35 anos e é analista de recursos humanos do UNODC. Ela desativou suas redes sociais após o incidente.

Segundo a PCDF, a mulher pediu um lanche sem cebola, mas recebeu o prato com o ingrediente. A atendente trocou o lanche, a pedido da cliente, mas a suspeita exigiu desculpas e, diante da recusa, começou a agredir a funcionária. A agressão foi gravada por câmeras.

O caso está em andamento na PCDF, com encaminhamento ao Ministério Público. A possibilidade de acordo entre as partes também poderá ser considerada durante as investigações. Não houve informações sobre ferimentos graves.

Em nota, o UNODC repudiou o episódio e informou que o caso será investigado por órgão independente das Nações Unidas, o OIOS (Oficial de Supervisão Interna). Enquanto as apurações ocorrem, a funcionária encontra-se licenciada.

O UNODC reiterou que não tolera violência e que o pessoal deve cumprir as regras da organização, mantendo valores de respeito, integridade, responsabilidade e ética. A instituição afirmou estar à disposição para cooperar com as autoridades nacionais.

A denúncia foi registrada na PCDF na última sexta-feira. A Polícia Civil informou que o caso permanece sob investigação e que o MP acompanha o andamento dos desdobramentos. As informações oficiais indicam apuração em curso.

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